A casa de Lorena tinha cheiro de canela e incenso. Luzes baixas, vinho resfriando na bancada e o som de um R&B sensual preenchendo o ambiente. Ela vestia um robe preto de cetim curto, aberto o suficiente pra mostrar os s***s sem sutiã e uma calcinha fio-dental rendada. Caminhava descalça, dona do próprio templo.
Quando a campainha tocou, ela abriu a porta devagar, com um sorriso no canto dos lábios.
— Entrem… e deixem os pudores lá fora.
Bruna entrou primeiro, de vestido vermelho justo e curto, sem calcinha. Os m*****s marcavam o tecido fino. Diana veio logo atrás, usando uma camisa branca sem nada por baixo e uma saia de couro curta, deixando as pernas torneadas à mostra.
Lorena trancou a porta. Deu um passo à frente e olhou firme para as duas.
— Hoje vocês são minhas. Entendido?
As duas assentiram, olhos brilhando de expectativa.
Lorena puxou um banco para o centro da sala, mandou que Diana se sentasse. Prendeu os pulsos dela com fitas de cetim presas às laterais. Vendou seus olhos com uma tira de seda e falou baixinho:
— Só vai sentir. Não precisa entender.
Bruna foi colocada de joelhos ao lado, nua. Lorena pegou um vibrador pequeno, prateado, e colocou nas mãos dela.
— Estimula os m*****s dela enquanto eu trabalho aqui embaixo.
A baiana se ajoelhou entre as pernas de Diana, afastou a saia, revelando a ausência de calcinha. A b****a já escorria. Lorena passou os dedos devagar pelos lábios molhados, depois chupou, fazendo Diana estremecer. Bruna obedecia com precisão, rodando o vibrador sobre os s***s dela, vendo os m*****s endurecerem mais a cada segundo.
— Lorena… p***a… — Diana murmurava, contorcendo-se.
Mas Lorena apenas ria.
— Quem manda aqui sou eu, amor.
Enquanto Diana tremia presa, Lorena se virou pra Bruna.
— Agora é sua vez. Deita no sofá, pernas abertas.
Bruna obedeceu sem hesitar. Lorena amarrou os tornozelos dela com elásticos de couro nas laterais do móvel, deixando-a completamente exposta.
— Olha pra ela, Diana — sussurrou, tirando a venda dos olhos da carioca.
Diana viu Bruna gemendo com um dildo transparente penetrando devagar. Lorena o empurrava aos poucos, até encostar o vibrador clitoriano contra ela, sem pena. A recifense gritava, completamente entregue, enquanto Lorena mantinha o olhar fixo nos olhos da outra.
— Tá vendo como ela geme por mim?
Diana assentiu, hipnotizada.
— Agora vai até ela. Chupa a b****a da sua amiga enquanto ela goza. Eu vou mandar.
Diana se ajoelhou, meteu a língua com fome entre as pernas de Bruna, gemendo junto. Lorena, por cima das duas, controlava a velocidade do dildo, girava o vibrador com maestria, comandando as duas como uma regente.
Bruna gozou com um grito rasgado, puxando os lençóis com força. Diana logo veio depois, gozando só de sentir o gosto e o calor da amiga.
Silêncio por alguns segundos.
Lorena se levantou, tirou o robe com calma, revelando o corpo firme, os s***s fartos e uma b***a empinada irresistível. Caminhou até a cama, deitou de bruços e disse:
— Agora vocês duas vão me agradecer como mereço.
Diana entendeu o recado. Pegou um lubrificante e um plug anal médio. Bruna já encaixava um dildo com cinta na cintura, com olhar faminto.
Lorena afastou as pernas e empinou. Bruna se posicionou por trás, lambendo a b***a da dominadora com devoção, enquanto Diana massageava a entrada do cu dela, lentamente introduzindo o plug.
Lorena gemeu baixo, o corpo reagindo em ondas.
— Vai… me fode direito.
Bruna começou a meter devagar, a base do dildo batendo contra a pele. Diana retirou o plug e foi encaixando os dedos, primeiro dois, depois três, até conseguir entrar com um pequeno dildo anal, lubrificado e firme.
— Ah… c*****o, isso… — Lorena arfava, sendo penetrada nos dois buracos ao mesmo tempo.
Bruna aumentou o ritmo, socando com força e precisão. Diana mantinha o dildo firme no cu da baiana, observando os dois brinquedos entrarem e saírem em sincronia.
— p***a… vocês são minhas cadelas… — Lorena grunhiu, o corpo inteiro tremendo.
— E tu é a nossa rainha — respondeu Bruna, suada, gemendo com prazer só de vê-la assim.
Lorena gozou com um grito longo, o corpo arqueando com força, tremendo entre os braços das duas. Elas não pararam — levaram ela até o limite, até as pernas dela falharem e o corpo cair rendido.
Minutos depois, Lorena estava deitada entre elas, com um sorriso satisfeito no rosto, respirando fundo.
— Espero que tenham entendido quem manda.
Bruna beijou o ombro dela.
— E quem obedece com gosto…
Diana acariciava os cabelos da baiana, com um sorriso safado.
— Se isso for recompensa, vou provocar sempre.
As três riram. Mas dentro daquele quarto quente e marcado de cheiro de sexo, nenhuma dúvida pairava: Lorena era a dona da noite.
Mais tarde, já recuperadas, elas tomaram um banho conjunto. O vapor da água quente envolvia os corpos como uma extensão da luxúria recém-vivida. Bruna se encostou em Lorena, passando sabão em seus s***s com calma, enquanto Diana beijava as costas da baiana e escorregava as mãos por sua barriga até alcançar o sexo novamente.
— Viciada nesse teu cheiro — murmurou Diana, roçando os lábios molhados na nuca de Lorena.
— E tu ainda não viu o que preparei pro jantar de amanhã — respondeu Lorena com um sorrisinho provocante.
Bruna ergueu as sobrancelhas, curiosa:
— Vai cozinhar pelada?
Lorena riu.
— Melhor. Fiz reserva num restaurante novo. Só aviso que o cardápio não vai ser a única coisa quente por lá.
Diana mordeu o ombro dela, excitada com a ideia.
— Tô com roupa pronta e perna depilada. Só falta tu mandar a gente se comportar… ou não.
Lorena desligou o chuveiro, puxou as duas pra fora e falou olhando nos olhos delas:
— Vocês vão se comportar até o vinho chegar. Depois disso… são minhas de novo. Mas dessa vez, em público.
Bruna riu, excitada.
— Isso vai dar merda.
— Vai dar g****a — respondeu Lorena, secando o cabelo com a toalha e indo em direção ao quarto, rebolando de propósito.
A noite terminou com as três deitadas na mesma cama, trocando beijos lentos e promessas perigosas.
E no dia seguinte, os olhos de Lorena brilharam ao ver a mensagem no grupo das três:
“Chegando no restaurante em 20 min. Sem calcinha, como você mandou.”
Ela sorriu e mandou só uma resposta:
“Boa meninas. A noite é longa.”