A Dona da Noite

1076 Words
A casa de Lorena tinha cheiro de canela e incenso. Luzes baixas, vinho resfriando na bancada e o som de um R&B sensual preenchendo o ambiente. Ela vestia um robe preto de cetim curto, aberto o suficiente pra mostrar os s***s sem sutiã e uma calcinha fio-dental rendada. Caminhava descalça, dona do próprio templo. Quando a campainha tocou, ela abriu a porta devagar, com um sorriso no canto dos lábios. — Entrem… e deixem os pudores lá fora. Bruna entrou primeiro, de vestido vermelho justo e curto, sem calcinha. Os m*****s marcavam o tecido fino. Diana veio logo atrás, usando uma camisa branca sem nada por baixo e uma saia de couro curta, deixando as pernas torneadas à mostra. Lorena trancou a porta. Deu um passo à frente e olhou firme para as duas. — Hoje vocês são minhas. Entendido? As duas assentiram, olhos brilhando de expectativa. Lorena puxou um banco para o centro da sala, mandou que Diana se sentasse. Prendeu os pulsos dela com fitas de cetim presas às laterais. Vendou seus olhos com uma tira de seda e falou baixinho: — Só vai sentir. Não precisa entender. Bruna foi colocada de joelhos ao lado, nua. Lorena pegou um vibrador pequeno, prateado, e colocou nas mãos dela. — Estimula os m*****s dela enquanto eu trabalho aqui embaixo. A baiana se ajoelhou entre as pernas de Diana, afastou a saia, revelando a ausência de calcinha. A b****a já escorria. Lorena passou os dedos devagar pelos lábios molhados, depois chupou, fazendo Diana estremecer. Bruna obedecia com precisão, rodando o vibrador sobre os s***s dela, vendo os m*****s endurecerem mais a cada segundo. — Lorena… p***a… — Diana murmurava, contorcendo-se. Mas Lorena apenas ria. — Quem manda aqui sou eu, amor. Enquanto Diana tremia presa, Lorena se virou pra Bruna. — Agora é sua vez. Deita no sofá, pernas abertas. Bruna obedeceu sem hesitar. Lorena amarrou os tornozelos dela com elásticos de couro nas laterais do móvel, deixando-a completamente exposta. — Olha pra ela, Diana — sussurrou, tirando a venda dos olhos da carioca. Diana viu Bruna gemendo com um dildo transparente penetrando devagar. Lorena o empurrava aos poucos, até encostar o vibrador clitoriano contra ela, sem pena. A recifense gritava, completamente entregue, enquanto Lorena mantinha o olhar fixo nos olhos da outra. — Tá vendo como ela geme por mim? Diana assentiu, hipnotizada. — Agora vai até ela. Chupa a b****a da sua amiga enquanto ela goza. Eu vou mandar. Diana se ajoelhou, meteu a língua com fome entre as pernas de Bruna, gemendo junto. Lorena, por cima das duas, controlava a velocidade do dildo, girava o vibrador com maestria, comandando as duas como uma regente. Bruna gozou com um grito rasgado, puxando os lençóis com força. Diana logo veio depois, gozando só de sentir o gosto e o calor da amiga. Silêncio por alguns segundos. Lorena se levantou, tirou o robe com calma, revelando o corpo firme, os s***s fartos e uma b***a empinada irresistível. Caminhou até a cama, deitou de bruços e disse: — Agora vocês duas vão me agradecer como mereço. Diana entendeu o recado. Pegou um lubrificante e um plug anal médio. Bruna já encaixava um dildo com cinta na cintura, com olhar faminto. Lorena afastou as pernas e empinou. Bruna se posicionou por trás, lambendo a b***a da dominadora com devoção, enquanto Diana massageava a entrada do cu dela, lentamente introduzindo o plug. Lorena gemeu baixo, o corpo reagindo em ondas. — Vai… me fode direito. Bruna começou a meter devagar, a base do dildo batendo contra a pele. Diana retirou o plug e foi encaixando os dedos, primeiro dois, depois três, até conseguir entrar com um pequeno dildo anal, lubrificado e firme. — Ah… c*****o, isso… — Lorena arfava, sendo penetrada nos dois buracos ao mesmo tempo. Bruna aumentou o ritmo, socando com força e precisão. Diana mantinha o dildo firme no cu da baiana, observando os dois brinquedos entrarem e saírem em sincronia. — p***a… vocês são minhas cadelas… — Lorena grunhiu, o corpo inteiro tremendo. — E tu é a nossa rainha — respondeu Bruna, suada, gemendo com prazer só de vê-la assim. Lorena gozou com um grito longo, o corpo arqueando com força, tremendo entre os braços das duas. Elas não pararam — levaram ela até o limite, até as pernas dela falharem e o corpo cair rendido. Minutos depois, Lorena estava deitada entre elas, com um sorriso satisfeito no rosto, respirando fundo. — Espero que tenham entendido quem manda. Bruna beijou o ombro dela. — E quem obedece com gosto… Diana acariciava os cabelos da baiana, com um sorriso safado. — Se isso for recompensa, vou provocar sempre. As três riram. Mas dentro daquele quarto quente e marcado de cheiro de sexo, nenhuma dúvida pairava: Lorena era a dona da noite. Mais tarde, já recuperadas, elas tomaram um banho conjunto. O vapor da água quente envolvia os corpos como uma extensão da luxúria recém-vivida. Bruna se encostou em Lorena, passando sabão em seus s***s com calma, enquanto Diana beijava as costas da baiana e escorregava as mãos por sua barriga até alcançar o sexo novamente. — Viciada nesse teu cheiro — murmurou Diana, roçando os lábios molhados na nuca de Lorena. — E tu ainda não viu o que preparei pro jantar de amanhã — respondeu Lorena com um sorrisinho provocante. Bruna ergueu as sobrancelhas, curiosa: — Vai cozinhar pelada? Lorena riu. — Melhor. Fiz reserva num restaurante novo. Só aviso que o cardápio não vai ser a única coisa quente por lá. Diana mordeu o ombro dela, excitada com a ideia. — Tô com roupa pronta e perna depilada. Só falta tu mandar a gente se comportar… ou não. Lorena desligou o chuveiro, puxou as duas pra fora e falou olhando nos olhos delas: — Vocês vão se comportar até o vinho chegar. Depois disso… são minhas de novo. Mas dessa vez, em público. Bruna riu, excitada. — Isso vai dar merda. — Vai dar g****a — respondeu Lorena, secando o cabelo com a toalha e indo em direção ao quarto, rebolando de propósito. A noite terminou com as três deitadas na mesma cama, trocando beijos lentos e promessas perigosas. E no dia seguinte, os olhos de Lorena brilharam ao ver a mensagem no grupo das três: “Chegando no restaurante em 20 min. Sem calcinha, como você mandou.” Ela sorriu e mandou só uma resposta: “Boa meninas. A noite é longa.”
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