O pôr do sol banhava a cidade com tons de dourado enquanto as três chegavam ao rooftop mais badalado da zona sul. Lorena usava um vestido vinho com f***a lateral, sem calcinha. Bruna optou por uma saia preta de couro colada ao corpo, blusa de alça fina e salto alto. Já Diana surgiu de macacão branco, decotado e justo, deixando todos os olhares do lugar inquietos.
A mesa delas ficava na ponta do terraço, com vista privilegiada e uma certa privacidade. Garçons as atendiam com sorrisos nervosos — o trio chamava atenção por onde passava.
Antes do jantar chegar, Lorena tirou discretamente uma caixinha da bolsa e a entregou para Bruna por baixo da mesa.
— É o plug com vibrador. Novo. Já lubrifiquei antes de sair de casa. — sussurrou no ouvido da recifense, mordendo o lóbulo.
Bruna arregalou os olhos, mas levantou-se com naturalidade.
— Vou ao banheiro um instante — disse, sorrindo.
Quando voltou, sentou com um leve suspiro, ajeitando-se na cadeira com os lábios semicerrados. Lorena pegou o celular. Um app já aberto na tela.
— Pronta pra comer… ou ser comida? — perguntou, e ativou o vibrador no nível 1.
Bruna segurou firme no guardanapo. O plug vibrou suavemente dentro dela. Ela mordeu o lábio inferior, disfarçando o rubor das bochechas.
— Tudo bem? — perguntou Diana, com um sorriso travesso.
— Só… curtindo o vinho — respondeu Bruna, com a voz mais fina do que o normal.
Lorena aumentou para o nível 2. Bruna cruzou as pernas, sentindo os músculos internos vibrarem. A cada minuto, a intensidade subia. Diana percebeu o jogo.
— Ei, deixa eu controlar agora — pediu, pegando o celular de Lorena.
Com um deslizar de dedo, ela colocou no nível 4. Bruna gemeu baixo, os olhos semiabertos, quase encostando o rosto na mesa.
— Vocês… não prestam.
— Isso a gente já sabe. — disse Lorena, rindo.
A comida chegou, mas Bruna m*l conseguia segurar os talheres. Lorena desligou o vibrador por alguns segundos. Bruna suspirou, aliviada. Só que Diana ativou novamente — direto no nível 6.
— Filha da p**a… — sussurrou Bruna, agarrando o braço da cadeira.
— Vamos ao banheiro. Agora. — ordenou Lorena, se levantando.
As três caminharam rapidamente pelo salão. No corredor discreto dos fundos, Lorena abriu a porta do banheiro feminino e trancou atrás de si. O espaço era amplo, com espelhos grandes, uma bancada de pedra clara e iluminação baixa. Clima perfeito para o que viria.
— Ajoelha, Bruna — ordenou Lorena.
A recifense obedeceu imediatamente, tirando a saia no caminho, ficando nua da cintura pra baixo. Lorena encostou-se à pia e puxou o vestido pra cima, revelando a b****a lisa e molhada.
Bruna mergulhou entre as pernas da baiana, sugando o c******s com vontade, língua afiada e quente, lambendo com rapidez e precisão. Lorena segurava o cabelo dela com uma das mãos, guiando o ritmo, enquanto olhava Diana.
— Tira esse macacão, agora.
Diana tirou com facilidade, ficando nua em segundos. Se aproximou por trás de Lorena, beijando seu pescoço enquanto as mãos passeavam pelos s***s dela, apertando com força.
Lorena gemia alto, fodida pela língua de uma e acariciada pela outra. O espelho refletia tudo: três deusas nuas, se comendo com fome.
— Rebola essa língua, Bruna… vai… p***a… assim… — Lorena grunhia, a mão apertando os ombros da amiga.
Diana então se ajoelhou atrás de Bruna e começou a chupar sua b***a com t***o, passando a língua por toda a a******a do cu dela e estimulando o plug vibratório que ainda estava encaixado.
Bruna gemeu contra a b****a de Lorena, tremendo. O prazer em ondas.
— A gente parece um trio de vadias no cio — disse Diana, com a voz baixa, metendo dois dedos no cu da Bruna enquanto chupava com força.
— E a cidade inteira abaixo da gente nem imagina o que tá rolando aqui em cima — respondeu Lorena, rindo.
Ela segurou a cabeça de Bruna com força e gozou com um grito abafado, as pernas quase falhando. Depois caiu de joelhos no chão frio do banheiro e puxou Diana pela nuca.
— Agora é minha vez.
Lorena deitou Diana no chão, entre a parede e a pia. Abriu as pernas dela e meteu a língua fundo, circulando o c******s com movimentos rápidos, ritmados, enquanto Bruna sentava no rosto da carioca.
Era uma roda de prazer sem pausa, os sons de sucção e gemidos enchendo o banheiro, o cheiro de sexo pairando no ar.
Diana gozou duas vezes, com o corpo convulsionando. Bruna a acompanhou logo depois, puxando o plug vibratório enquanto gozava sobre a língua dela.
Silêncio. Risos ofegantes.
— A gente precisa sair antes que o segurança venha nos procurar — sussurrou Bruna.
Lorena se levantou, ajeitou o vestido e respondeu:
— Eles que venham. A gente já fez história aqui.
As três saíram com as pernas trêmulas, sorrisos sacanas e marcas frescas de prazer no corpo todo.
De volta à mesa, os pratos estavam frios, mas as três estavam mais quentes do que nunca. Diana beliscava uma batata enquanto olhava para Bruna com um sorriso malicioso.
— Isso definitivamente superou qualquer jantar romântico que eu já tive — disse ela.
Bruna riu e bebeu um gole de vinho.
— Foi… surreal. Eu não consigo parar de sentir o gosto de vocês duas. Tô viciada.
— Bem-vinda ao clube — murmurou Lorena, acariciando a coxa dela por baixo da mesa.
O clima ainda era de provocação, mas algo mais doce pairava no ar. i********e. t***o cúmplice. Riso leve. Corpo relaxado.
Entre uma garfada e outra, Bruna olhou para o céu escuro e estrelado, respirou fundo e perguntou, com um brilho nos olhos:
— Ei… o que vocês já conhecem de Pernambuco?
Diana arqueou a sobrancelha, curiosa.
— Só Recife, e olhe lá… Por quê?
Bruna mordeu o lábio, e respondeu com aquele tom de quem já tem um plano montado.
— Tava pensando se a gente não devia dar uma esticada nesse fim de semana. Um lugar quente, com praia, clima bom e… privacidade.
— Vai direto ao ponto, Bruna. Onde? — perguntou Lorena, erguendo a taça.
— Porto de Galinhas. Tenho uma amiga com uma casa de praia lá. A gente poderia… explorar novos cenários.
Lorena e Diana se entreolharam, como se lessem a mente uma da outra. O sorriso veio ao mesmo tempo.
— Uma praia linda, sol, mar, e nós três… Nuas, suadas, selvagens… — disse Diana, já viajando na cena.
— E areia entrando nos lugares mais indecentes possíveis — completou Lorena, dando um gole no vinho.
Bruna deu um risinho safado, pegou o celular e já começou a digitar.
— Então se preparem. O próximo fim de semana vai ser f**a.
E ali, sob o céu noturno da cidade, entre garfadas e memórias recém-feitas no banheiro, um novo capítulo se escrevia.