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1840 Words

Adelaide narrando. Mais um dia nessa boate e a minha cabeça vai à loucur@. Esse lugar é um infern0 e o dono é o próprio diab0. As mulheres entram nos quartos e saem espancadas pelos clientes, que acham que são donos delas pelo simples fato de estar pagando. É por essas e outras que mesmo passando fome, eu não aceito vender o meu corpo. Não sou um objeto. Não sou descartável. Essa calcinha enfiada na bund@ e essa meia calça furada que eu sou obrigada a usar me incomoda muito, muito mesmo. PKN diz que me deixa se/xy, já eu acho que me deixa vulg@r. Mas o que eu poderia esperar vindo desse lugar? Eu não posso exigir roupas compostas quando trabalho em um lugar onde as mulheres andam completamente nu@s. Platinada passa por mim e me lança uma piscadela junto de um sorriso. Ela se diverte co

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