Silvio: Não se assuste! – pediu ao ver que ela parecia assustada. – Nós vamos trazê-la de volta! – garantiu.
Josh: Se quiser eu vou com vocês. – ele sugeriu, já sabendo que se tratava do exame de DNA. – Ela pode ficar assustada se ficar longe de mim.
Priscila: É uma boa ideia! – retrucou, incomodada com o cheiro de xixi que vinha de seu pé.
Silvio: Claro que sim! – forçou um sorriso, com cara de cu.
Any: Para onde vamos?
Silvio: Temos que levar você a uma clinica para esclarecermos uma duvida. – explicou por alto. – Vai ser bem rápido.
Any assentiu.
Priscila: Antes de sairmos eu preciso ir ao toalete, estou com o pé cheirando m*l. – grunhiu, irritada.
Any: A senhora vai aonde? – confusa e curiosa com a nova palavra. – Tolet?
Priscila: Toalete! – corrigindo-a sem muita paciência. – Joshua, onde fica?
Josh: Terceira porta a sua esquerda. – apontou.
Priscila pediu licença e saiu.
Any: Você vai mesmo comigo não é amor? – perguntou receosa.
Josh: Claro que eu vou, bonequinha! – pincela o nariz dela e os dois se beijam, deixando Silvio desconfortável com aquela cena desagradável. Com isso, acalantou a garganta, como forma de chamar atenção. Os dois param o beijo. – Sim tio? – o olhou, enquanto Any pousava a cabeça em seu peitoral.
Silvio: Nada, eu só estou um pouco resfriado. – o olhando aborrecido.
Depois de um tempo Priscila retorna.
Priscila: Estou pronta, vamos? – todos concordam e saem de casa.
Após algum tempo, chegam a uma clinica muito famosa no quesito genético e com quase zero de margem de erro. Foi escolhida a dedo por Silvio e Priscila, para confirmarem a paternidade e maternidade de Any.
Any: Josh, por que está todo mundo de roupa branca? – perguntou, sem entender.
Josh: Por que são médicos e enfermeiros meu amor. – explicou. – Eles têm que usar esse jaleco branco para serem facilmente identificados.
Any: Ah entendo. – assentiu e arregalou os olhos ao ver o tamanho da barriga de uma mulher, estava bem maior que a da revista. – Olha Josh, o tamanhão da barriga dela! –aloprando, a mulher ficou até sem graça.
Josh: Meu amor fica quietinha. – sussurrou, forçando um sorriso. – Ela está grávida, igual você.
Any: Eu sei Josh. – ainda olhava alarmada. – Mas alguém tem que salvar o filhote, ela comeu muito!
Josh: Meu amor é apenas o bebê dela! – explicou, pacientemente.
Any: Mas é só o bebê? – ergueu a sobrancelha e ele assentiu, deixando-a pensativa.
Josh: O que foi? – perguntou, ao notar que ela estava calada.
Any: Por que o meu bebê não está do tamanho do dela? – quis saber, vendo a mulher sair pelo elevador.
Josh: Por que o nosso ainda está pequenininho. – beijou a ponta do nariz dela. – Logo vai crescer, não se preocupa com isso, certo?
Any: Promete?
Josh: Prometo. – a abraçou e lhe deu um beijinho.
Silvio estava gostando da forma que ele a tratava, era extremamente paciente. Dava de ver que infelizmente Any não foi educada e jamais recebeu explicações simples sobre palavras e comportamentos, mas no momento isso não importava em nada, o que importava era que sua filha estava bem.
Priscila por sua vez estava achando todo aquele mel do casal, um verdadeiro martírio. Depois de mais um tempo de espera, o doutor por fim manda chamá-los. Feitos os devidos cumprimentos, tratou de ir direto ao assunto.
Doutor: Bem, já sei que você está grávida Any. – mexendo em alguns papeis. – Meus parabéns! – sorriu de lado.
Any: De nada. – também sorriu e o doutor a olhou, confuso. – Quer dizer, obrigada! – o doutor sorriu.
Doutor: Sendo assim, nós vamos tirar pouco sangue para não prejudicar o bebê. – levantou. – Me acompanhem, por favor. – todos se levantam e lhe seguem até a sala onde seria realizado o exame.
Any: Josh, eles vão me furar de novo é? – perguntou assustada. Joshua sorriu assentindo. – Mas dói Josh, eles vão tirar o meu sangue por quê? – retrucou, quase chorando.
Josh: Meu amor, isso é para o seu bem. – sorriu de lado, a acalmando.
Any: Para o meu bem? – ergueu a sobrancelha.
Josh: É para o seu bem... – repetiu e lhe dá um beijinho nela. – Senta aí.
Any assentiu e sentou. Assim que as enfermeiras tiram o sangue necessário, lhe levam pra fazer um check-up, para ver se estava tudo bem.
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Silvio: Então doutor? – se aproximou do doutor. – Quando sairá o resultado do exame?
Doutor: Daqui a um mês. – respondeu, sorrindo de lado ao notar a ansiedade do outro.
Silvio: E não dá para ser mais rápido não?
Doutor: Entendo perfeitamente que esteja ansioso, mas senhor sabe que esse tipo de exame é demorado não é? – ergueu a sobrancelha. – Precisamos analisar absolutamente tudo, para que não haja resultados errôneos.
Silvio: Tem razão. – assentiu. – E eu agradeço.
Doutor: De nada. – apertou sua mão.
Any volta, junto com Joshua.
Any: Pronto. – falou, abraçada a Joshua. – Já tiraram o meu sangue.
Josh: Tio, ela está um pouco assustada. – comentou analisando-a. – Eu já posso levá-la para casa?
Silvio: Sim, pode. – assentiu, com um longo suspiro. – Any, se cuide viu? Nos desculpe por ter trago você assim. – dá um beijo na testa dela, que sorriu assentindo.
Priscila: Tchau Any! – acenou e viu que Silvio e o doutor a olhavam estranhamente, provavelmente estranhando seu descaso com a filha. – Oh meu amor. – tocou os cabelos cacheados. – Tchauzinho, eu adorei passar a manhã com vocês! – sorriu, mais falsa do que nota de trinta.
Silvio sorriu satisfeito.
Josh: Então nós já vamos. – vai andando.
Silvio: Espera Josh... – lhe chama e ele para. – Venha aqui. – o chamou em um cantinho mais reservado.
Josh: Sim tio. – ergueu a sobrancelha. – Algum problema?
Silvio: Não, nenhum. – analisou Any, de longe. – Você realmente gosta da Any?
Josh: Sim... – soltou o ar, assentindo. – Eu a amo. – sorriu de lado, deixando Silvio aliviado que satisfeito.
Silvio: Que bom Josh! – tocou seus ombros, com um sorriso enorme. – Eu acho isso muito bom. – Joshua o olhava sem entender. – Sabe por quê?
Josh: Por quê? – o olhou, curioso.
Silvio: Porque você vai casar com ela! – enfatizou, ainda com um grande sorriso.
Joshua mordeu o lábio, visivelmente nervoso.
Silvio: Agora vá! – sorriu satisfeito, ao vê-lo se afastar com Any e sumir corredor afora.
Any e Joshua foram em casa buscar Lili para que ela não ficasse sozinha, já que era o dia de folga de Lurdes, e passaram o dia inteiro passeando.
À noite chegou e eles voltaram ao apartamento.
Josh: Esse seu colar é lindo Any! – sorriu de lado e ela sorriu. – Falando nele, eu estou com uma pulga atrás da orelha... – é interrompido.
Any: Lili, você passou pulgas para o Josh! – olhou a cadelinha, chocada.
Josh: Não meu amor. – arregalou os olhos. – O que eu quis dizer, é que eu estou com uma duvida. – explicou.
Any: Ah sim. – riu. – O que foi?
Josh: Por que o seu colar brilhou? – perguntou, ainda muito confuso.
Any engoliu o seco.
Any: Ah, é que... – franziu a testa. – Por que ele brilha direto. – sorrindo docemente.
Josh: Ele é lindo. – o olhava. – Às vezes me dá vontade de recriar uma replica, mas eu olho pra ele e vejo que ele é bonito demais para ser copiado. – ele ergueu a sobrancelha, tendo uma ideia. – Me deixa desenhar você? – ela assentiu. – Mas eu quero te desenhar usando apenas esse colar.
Any: Apenas o colar? – deu um sorrisinho malicioso, que Joshua adorava. Ele assentiu. – Está bem. – sorrindo. – Viu Lili? O Josh vai me desenhar pelada. – cochichou e a cachorrinha latiu.
Any sorriu e começou a se despir, ele foi pegar a tela e as tintas, quando voltou lá estava ela, toda peladinha e teve que se conter muito para não voar em cima dela e fazerem amor desesperadamente, Any sorriu para ele.
Josh: Deita aqui amor. – apontando o sofá. Any deitou e ele a ajeitou do jeitinho que queria. – Agora você vai ficar paradinha, assim.
Any: Vai demorar muito Josh?
Josh: Não... – negou. – Não vai demorar tanto, eu sou rápido. – piscou e ela riu.
Começou a desenhá-la e enquanto a desenhava se perguntava como podia ser tão perfeita. Os s***s, os cabelos, a boquinha e a i********e dela o enlouqueciam.
Any: Josh, eu quero fazer xixi. – anunciou, após um longo tempo parada. – Está saindo!
Josh: Se acalma meu amor, já terminei. – botando o pincel de lado. – Pode ir. – ela foi correndo e ele sorriu diante do belo desenho que tinha feito, estava quase idêntico. – Viu Lili? – observando que a cachorrinha o olhava. – Viu como eu sou um ótimo desenhista? – sorriu, se achando.
Lili latiu e pouco tempo depois Any regressa.
Any: Voltei. – disse mais aliviada. – Eu queria ver o desenho! – sentando no sofá.
Josh: Aqui está. – vira a tela.
Any fica encantada.
Any: Nossa Josh! – sorriu olhando o quadro com fascínio. – Que linda.
Josh: Essa é você! – a abraçou por trás, falando no ouvido dela. – Você é muito linda Any! - ela sorriu para ele.
Any: Obrigada Josh. – agradeceu feliz por ter dito a palavra certa dessa vez.
Josh: Eu que agradeço. – a olhava.
Any: Por quê? – franziu a testa, confusa.
Josh: Por você ser tão perfeita e tão maravilhosa. – pegou a mão dela e deu um beijo.
Any: Ai. – envergonhada. – Que lindo Josh.
Josh: E obrigado também por estar carregando um filho nosso, a minha filhinha, nossa filhinha. – tocou a barriguinha dela.
Any: Filhinha? – franziu a testa
Josh: Sim, eu tenho certeza que vamos ter uma menina linda como você. – sorriu abertamente.
Any: Mas amor e se não for? – o olhou confusa. – E se for macho?
Josh: Não se diz macho, se diz menino. – sorrindo. – Não estamos no reino animal meu bem.
Any: Sim, menino. – corrigiu. – E se for menino?
Josh: Eu sei que não vai ser um menino. – negou com a cabeça, ainda com a mão na barriga dela. – Vai ser uma menina, eu posso sentir.
Any: Como vai ser o nome? – colocando a mão em cima da mão dele.
Josh: Ainda está cedo para escolher, mas tem tantos nomes lindo. – suspirou feliz. – Não vai ser problema.
Any: Podemos colocar de chocolate se for menino! – o olhou pensativa. – E geleia se for menina.
Joshua quase se engasgou ao ouvir o disparate.
Josh: Vamos esperar um pouco. – insistiu e ela sorriu, assentindo.
Any: Josh, eu estou com medo sabe? – sussurrou.
Josh: Medo? – a olhou, confuso.
Any: Sim. – assentiu. – Eu não sei como eu vou ter o bebê. – o olhou, bolada. – E também não sei cuidar de filhotes e... – é interrompida.
Josh: Meu amor. – a impediu de continuar falando. – Está tudo bem. – garantiu. – Não se preocupe com isso, eu também estou um pouco apreensivo, mas vai dar tudo certo. – sorriu de lado. – Eu não vou te abandonar com o bebê, eu estou aqui com você, eu te amo!
Any: Também te amo Josh! – se emocionou.
Ele a beija, um beijo carinhoso, cheio de amor, sem segundas intenções.
Josh: E se eu tiver que me casar com você, pode ter certeza que eu farei isso com todo o prazer, minha princesa. – beijou a testa dela.
Any: O que é casar? – perguntou extremamente confusa.
Ele sorriu.
Josh: É por isso que eu te amo! – a olhou, apaixonado. – Por ser tão menina e tão mulher, por fazer perguntas impróprias nos lugares impróprios, você me fisgou!
Any sorriu e se beijam novamente, mas dessa vez com um pouco mais de malicia. Joshua apertava as coxas dela e essa soltava alguns gemidos de excitação. Ele foi lhe deitando lentamente no sofá e desceu os olhos pelo seu belo corpo, que agora estava nu. Depois de se despir, sentiu um arrepio quando ela tocou seu m****o.
Josh: Ah. – suspirou, colocando a mão por cima da dela e fazendo leves movimentos. – Você é demais. – sorrindo e beijando o pescoço dela, que se contraiu e deslizou suas mãos pelas costas dele, sentindo os músculos bem definidos do namorado, com isso, apertou o seu bumbum. – Gatinha... – sorriu surpreso. – Você está ficando cada dia melhor! – disse safado.
Ele vai descendo os beijos pelos s***s dela, chupava os biquinhos que já estavam duros e lhe sentia se contorcer embaixo dele. Any achava estranho sentir tanto prazer assim, afinal ainda era muito inocente e apesar do receio conseguia aproveitar cada relação ao máximo.
Joshua acariciava cada milímetro do corpo dela, aquele corpo que ele tanto amava, tanto desejava... Sem aguentar mais, lhe fez sentar em cima dele, unindo os dois corpos em um prazer indescritível.
Any: Ah. – gemeu deliciada.
Ele começou com os movimentos firmes, nunca sentira tanto prazer com nenhuma outra mulher como sentia com ela, fechou os olhos e foi fortalecendo os movimentos, pressionando o quadril dela para que colasse ainda mais os sexos.
Any: Ai, Josh... – mordeu o lábio, com os olhos fechados e sorrindo.
Joshua deitou por cima dela e começou a se movimentar com uma velocidade muito maior, fazendo o prazer de ambos dobrar, sexo simplesmente o enlouquecia.
Josh: Any. – gemeu, com os olhos fechados, apertando um seio dela. – Oh! – ela arranhava as costas dele, com as pequenas unhas, contornou a cintura dele com os pés o fazendo ir mais fundo e mais forte.
Any: Ah, ah. – gemendo loucamente no ouvido dele, fazendo-o pirar. – Que gostoso.
Joshua dá mais algumas estocadas fundas e precisas, com isso os dois alcançaram o orgasmo e caem no sofá, suados e exaustos.