CAROLINA Abri a porta e ele entrou — o cheiro de maconha chegou primeiro que ele. E pelo olhar dele, com certeza estava chapado. Parei atrás do balcão e olhei pra ele que parou no meio da sala. Carol: O que você quer uma hora dessa, Luan? Ogro: Não começa com a tua ignorância não, que eu vim aqui numa boa falar contigo. Carol: E aí você quer que eu esteja numa boa também? Depois de ter me tratado com indiferença por meses. —ele ajeitou a postura e me encarou. Ogro: Tava bolado contigo garota, e com razão p***a. Queria o que tu? Que eu ficasse felizão por ver você se tornando mulher de bandido? Jamais vou querer isso pra minha irmã, ainda mais tu sendo a caçula. Eu sou bandido e sei como a gente é, de tudo que a gente passa e como isso respinga nas pessoas que estão a nossa volta — mai

