cap 02 dinheiro não dá em árvore

1372 Words
[Guilherme Dash , vulgo Neto- 25 anos] Guilherme Dash (vulgo Neto ) Abri os olhos devagar sentindo o celular vibrar sobre a cama, puxei o edredom e passeia mão pelos lençóis a procura do celular. - Qual foi? - atendi. Qual é Neto, cola aqui na pensão Lucca falou. -Jaé, marca dez! desligou. Beleza, é nos! Joguei o celular para o lado e passei a māo no rosto, me espreguicei e levantei. Peguei a toalha jogada em cima da cadeira e entrei no banheiro, pendurei a toalha e tirei a bermuda. Liguei o chuveiro e deixei a água cair por minha cabeça, lavei o cabelo e fechei os olhos enquanto respirava com a boca entreaberta. Saí do banheiro com a toalha em volta da cintura e abri o guarda-roupas, vesti uma cueca boxe preta e uma bermuda jeans lavagem clara surrada, junto uma camisa da nike preta. Sequei o cabelo com a toalha e penteei, passei perfume e coloquei meu cordão de outro no pescoço, meu relógio no pulso e calcei minhas havaianas. Peguei meu celular jogado entre os lençóis e saí do quarto comn ele na mão. Peguei minha pistola em cima do sofá a colocando na parte de trás da cintura e saí de casa fechando a porta. Fui descendo o morro tranquilamente cumprimentando os moradores e sendo cumprimentado por quase todos eles, o movimento como sempre estava alto e suave. - Eaí Guilherme-uma das marmitas da boca piscou. -E Neto pra você - pisquei de volta. Atravessei a rua e entrei na pensão. Sofie estava sentada no chão bagunçando tudo, cheia de canudos e guardanapos espalhados. -Fala boneca, demorou -Lucca bateu em minhas costas. - Meu p*u pra você– falei. -Lá ele parceiro, tá me tirando é? deu risada. Caminhei até Sofie e a carreguei, ela me encarou sorrindoe passou a mão no meu cabelo. Oi minha princesa - beijei seu pescoço. Ela se encolheu em meus braços e gargalhou, coloquei ela no chão e sentei em uma das cadeiras plásticas. Eaí, qual a boa? -perguntei. Tudo em paz! articulou. Ficamos bebendo uma gelada e conversando sobre algumas coisas do morro, sobre as drogas que estão pra chegar e as armas que perdemos na última invasão no morro rival. -Tem que mandar o Cabeça ir atrás desse povo que tá devendo viu levei o copo a boca. - Já tá passando dos limites. -Jaé, vou mandar o papo pra ele mais tarde. - Porque não agora? -o encarei. -Tenho que ir para casa, a patroa disse pra não demorar que uma amiga dela vai chegar hoje pra passar um tempo ai em casa -falou enquanto carregava a filha. Gostosinha?. - Sorri. -A última vez que eu vi era um pecado afirmou. - Mas prefiro minha ruiva. bati em sua cabeça. Claro que você prefere Ele deu risada e levantou com a pequena nos braços. Vou dá um chega em casa falou. -Já é, depois nós bate um papo - fiz toque com ele. - Beleza! Tchau minha princesa - segurei a mão da Sofie. Ela sorriu e acenou. Deixei uma nota em cima da mesa e saí da pensão. Voltei a descer o morro em direção a boca. Não pode ficar parado, as coisas não vão se resolver sozinhas e esperar que esses incompetentes façam tudo que eu faço é perca de tempo. Abri a porta da boca e entrei fechando a mesma. Ryan? chamei. -De coé? me encarou. Porra, preciso que tu vá fazer uma ronda ai, về esses Zé que tá devendo - falei. Se for esperar pelo Cabeça a gente vai se afundar em dividas e eu vou ter que matar alguém. Fica tranquilo - colocou a fuzil nas costas. Já tava indo na rua de cima, aproveito e faço essas parada ai. - Beleza, é nós! Ele assentiu e saiu da boca fechando a porta. Joguei a arma em cima da mesa e caminhei até o armário, puxei a caixa com munições para conferir e dividir. Aproveitei que estava de bobeira e adiantei uns cigarros pra venda. Bateram na porta duas vezes seguidas e entraram. Oi amorzinho da minha vida! -Qual foi Júlia? - coloquei a caixa no armário. -É Emile - cruzou os braços. O que você quer? sentei na Tanto faz - falei sem encara-lá. cadeira. -Tem como você me dá 500 reais? sentou no meu colo. -Tá achando que dinheiro dá em árvore? -a encarei. Te dei dinheiro semana passada. - Eu gastei.. falou o óbvio. Sinto muito, mas eu não posso te dá 500 reais assim de graça SUssurrei. -Eu faço o que você quiser. - segurou meu peito. -Qualquer coisa - mordeu os lábios. A encarei por alguns segundos e sorri de lado. -Tudo bem, me chupa aqui - segurei sua mão.–Me chupa enquanto eu penso no seu caso. Ela levantou do meu colo e se abaixou a minha frente, abriu o zíper da minha bermuda ea puxou um pouco para baixo, passou a mão em cima do meu p*u e abaixou minha bOxe. Pensa com carinho, tá bom? me encarou. Assenti e segurei seu cabelo. Ela abocanhou meu p*u e chupou enquanto masturbava o comprimento, deitei a cabeça para trás e fechei os olhos. Ela passou a língua na cabeça do p*u e sem demora voltou a chupar todo comprimento, embolei seu cabelo em minha mão e fodi sua f**a. Ooh gemi. Ela segurou minhas pernas e me encarou com os olhos lacrimejados enquanto eu me movimentava dentro de sua boca. Fechei os olhos em meio uma respiração pesada quando gozei em seu rosto. - Espero que tenha pensado direitinho, passou a mão na boca. Vesti minha boxe e puxei a bermuda. Ela levantou ainda limpando os vestígios de g**o do rosto e sentou no meu colo, segurou meu rosto e beijou o canto da minha boca. Sem beijo Júlia empurrei seu rosto. Sem beijo! Meu nome é Emile -levantou. -Tanto faz - abri a gaveta da mesinha. -Eu não me importo com o seu nome. Ela me encarou séria de braços cruzados. Vai me dá o que eu quero ou não? - balançou a perna. Sorri debochado e tirei 500 reais da gaveta, cheirei as notinhas de 100 e joguei em cima dela. Prontinho, fiz minha parte! falei. Pena que a sua não foi tão boa. Ela pegou as notas de 100 reais no chão e saiu batendo a porta com força. [.. . ] Joguei a camisa em cima do sofá e peguei o celular, disquei o número do Lucca e esperei a boa vontade dele atender enquanto mudava os canais da televisão. Fala ai minha puta atendeu. Revirei os olhos. -Tá onde viado? Tô indo pra casa agora, qual foi que teve?indagou. -Vou passar lá pra pegara chave da minha moto falei. -Jaé irmão. Beleza, é nós! - desliguei. Joguei o celular em cima do sofá e caminhei até a cozinha, peguei o resto de pizza na geladeira e coloquei no microondas, peguei a garrafa de coca e coloquei em cima da mesa. Saí de casa ajeitando a pistola na cintura e destravei o carro, entrei no mesmo e coloquei a chave na ignição fazendoo motor roncar. Arrastei morro abaixo em direção a casa do Lucca e estacionei em questão de minutos, buzinei duas vezes e desci do carro. Lucca albriu o portão da frente e saiu. - Paga ai-jogou. Agarrei a chave e coloquei no bolso. Amanhã aquele velho corre murmurei. -Tu que vai ficar, responsa total. -Tranguilidade -se encostou no carro. -Já falhei contigo? - Não e nem deve- falei. -Pelo certo! Ficamos jogando conversa fora encostados no carro, o portão da frente estava aberto e pela janela da sala pude ver dois seres human os Correndo. Essa é a guria?- apontei com a cabeça. E sim, a Babi - Lucca encarou a janela. Não dava para ver nitidamente o seu rosto pois a janela estava fechada, apenas flash's rápidos. —Filé-murmurei. Lucca me encarou e deu risada. Entra ai- falou. Vou chegar em casa. Não, deixa pra depois abria porta do carro. -Jaé, vai na paz –fez toque comigo. Entrei no carroe cologuei a chave na ignição fazendo o motor roncar, buzinei e arrastei morro acima. . . .
Free reading for new users
Scan code to download app
Facebookexpand_more
  • author-avatar
    Writer
  • chap_listContents
  • likeADD