Mariah — O que é verdade? — Digo pegando o vestido no chão com os pés — Como entrou aqui? — O aperto de Johnny aperta minha cintura enquanto tento tirá-lo de dentro de mim. Sua mandíbula está rígida e seus olhos estão distantes e frios. Eu só vi seu rosto assim outra vez, na noite em que ele me carregou para fora do bar. — Simone, me espere na sala? — peço gentilmente, ainda atordoada. Posso sentir minhas bochechas queimando quando as palavras escapam da minha boca. O choque inicial da aparição de Simone está acabando e a realidade me bate a porta enquanto Johnny ainda está dentro de mim. — Não, Ana, eu não posso te dar um minuto— Simone me encara— Você deve pensar que eu sou i****a, hein? Lágrimas escorrem pelo rosto dela e fico completamente surpresa com a reação dela. — Simone — a

