Ravena passou a andar com Liro e os soldados machos de minha guarda pessoal. Quando não estava com eles, estava passando relatórios para meu pai, ou em reuniões de segurança, ou treinando a si e aos outros. Além de olhares cheios de raiva, ela e Edras quase não trocavam palavras, e quando isso acontecia, não era a parte alta do dia de quem estivesse por perto. Todos podíamos dizer que, quando os dois se falavam, aprendíamos palavras bastante obscenas, para dizer o mínimo. Não deixei de reparar na marca que surgiu em seu pescoço dias antes, obviamente uma mordida. Tentei descobrir quem havia feito a marca, quem ousara chegar tão perto de Ravena, mas ela não queria falar. - Não vai me contar? - perguntei pela milésima vez quando ela saiu da sala de reunião. Ravena grunhiu, me mostra

