CAPÍTULO 32

1086 Words

Canário Narrando Quando nos aproximamos do morro, eu e o Nicolas já escutávamos o barulho dos tiros. Demos a volta, tentando entrar pela mata. Achamos uma brecha, pegamos as armas e saímos pulando morro acima, sem acreditar que isso estava rolando sem a gente no morro. Minha preocupação era com as meninas. Logo vi os fogos estourando no céu, sinal de que a casa tava limpa, vitória nossa. Quando conseguimos entrar, lá estavam elas, descendo de uma laje, armadas até o pescoço. Quando vi minha gostosa com aquele fuzil na mão, já fiquei e******o, mas não dei o braço a torcer, fechei a cara logo. Esteh — Nossa, vocês demoraram! Mas nem precisou de vocês — ela falou, me dando um selinho. Seguimos juntos para a boca, onde esclarecemos umas coisas. Quando a Ivy comentou que acertaram o playb

Free reading for new users
Scan code to download app
Facebookexpand_more
  • author-avatar
    Writer
  • chap_listContents
  • likeADD