— Fique quieta enquanto eu procuro por uma vela. — Nia permaneceu sem reação. Após o cômodo ser iluminado pela luz de uma vela, pude notar a sua curiosidade. Afinal aquilo era uma constante. — É aqui que você mora? — Sim. A minha família possui essa cabana há várias gerações. — E vives sozinho? — pergunta passando a mão esquerda no braço direito, o que ela queria saber é se eu era casado. — Sim. — Talvez seja por isso que é todo m*l humorado. Uma companhia lhe faz falta. — diz e eu sorrio sínico. Retiro o meu sobretudo, a camisola ficando apenas com a camisa de mangas curtas, me agacho e acendo a lareira. Sentia ela me secando, admirando as minhas tatuagens. — Está gostando da vista? — Egocêntrico! — murmura entre dentes. Meneou a cabeça de seguida pigarreando. — Trazes-me para sua

