Assim que sentir ser seguro, tranquei minha porta e fui tirar Edward do armário. Coloquei a mão na boca preocupada, aquele medo voltou, ele estava quase desacordado, seu rosto tão pálido. Ajudei-o a chegar até a minha cama, tirei as botas e a camisola. — Deus do céu! — exclamei. Foi impossível não lacrimejar com tanta atrocidade. Ele tinha cicatrizes espalhadas por todo peito e as costas, nem mesmo as tatuagens conseguiram esconder todas aquelas cicatrizes. Quanta maldade foi feita com você... Edward volta em si, eu limpo rápido minhas lágrimas com o dorso das mãos. — Mérito ao seu patrão. As minhas roupas? Preciso sair daqui... — Por favor, me deixa te ajudar. — peço, ele passa a mão pelo rosto soltando um suspiro de frustração — Já fez o suficiente! — diz seco, seu olhar fraqueja ma

