Então era verdade. Isso explica o facto de pela primeira vez um fantasma falar para mim, normalmente eles apontam caminhos, dão sinais, dizem coisas incoerentes mas nunca antes falaram diretamente para mim como aconteceu hoje. — O que ela disse? — Nia franze o sobrolho, ainda confusa por eu acreditar nela. — Você acredita em mim? — Eu também vi a sua amiga hoje. — não esperava contar isso a ela. Mas para contar com a sua ajuda, precisava ser franco em alguns aspectos para sanar sua curiosidade. — Isso é verdade? — limpa as lágrimas com o dorso das mãos. — É. Antes de você chegar, foi ela que acordou-me, disse que você precisava de mim... — Por isso estavas na porta me esperando? — Sim. — Mas como...? Isso.... Meu Deus, Edward o que está acontecendo aqui? Porquê essas coisas estão

