Voltamos a quinta depois da meia noite, com ela trocando os pés e rindo muito. — Shiiiiii.... — coloca o dedo em riste na boca enquanto passávamos pela sala. Só ela estava fazendo barulho dando topadas em tudo quanto era canto. Tive de colocá-la no colo. — Eu consigo andar! — contesta. — Claro que consegues amor. — sinceramente, nunca passei por isso, era engraçado vê-la desse jeito. — Eu quero ver os meus filhos.... — Assim não Sweethart. Vou ajudar a se trocar, fazer um café forte para você tomar e só depois irá ver as crianças. — Não! — choraminga. Parecia uma criança fazendo birra. Subi com ela até ao seu quarto, coloquei-a debaixo do chuveiro sob vários protestos. Enquanto passava o sabonete no seu corpo, ela gemia a cada toque. Eu sabia que era doentio mas ainda assim passei a

