No dia seguinte, fiz questão de eu mesma comprar dois cafés e procurar por Harvey no meu tempo livre. Eu o encontrei lendo um livro no refeitório, e ele pareceu surpreso ao me ver tomar a iniciativa. Mas eu estava querendo mesmo me ver longe de quem só estava me dando dores de cabeça. — Então, você realmente pensa em fazer faculdade de música? – ele sorriu, meio tímido em me mostrar os seus planos para o futuro. — Eu amo tocar, e quando eu estou tocando eu entro em uma espécie de bolha que parece me blindar de tudo e qualquer coisa. A sensação é incrível, e na verdade eu sinto que se eu acabar escolhendo outra coisa para fazer vou estar sendo burro e me distanciando do meu propósito. – Comentou, bebendo o resto de seu café. — Você já sentiu isso por algo ou alguma coisa? — Enquanto es

