Eu achei melhor ficar do outro lado da bancada, porque estar perto dele também me deixava ansiosa, e nesse momento eu só queria acalmar o meu pobre coração, que ainda estava à galope. E saber que ele me assistia tremer me deixava envergonhada. — Esqueci que a sua cabeça é de vento... – ele resmungou, passando a mão nos cabelos. Eu abri a minha boca, incrédula com o que ele disse. — Querido, eu tenho uma das mentes mais brilhantes dessa cidade, talvez até do estado ou do País, eu apenas não sou especialista em estragar relacionamentos alheios! – reclamei, lhe apontando o dedo. E ele apenas bufou, como se tivesse achado graça no que eu disse. — Então, espero que esteja preparada para dividir uma beliche, e fique sabendo que eu fico com a cama de cima – ele brincou, todo debochado. Mo

