Não me demorei muito na escola, e assim que as aulas do dia acabaram, eu recusei a carona de Meg e prometi que explicaria à ela tudo com mais calma em outro momento, graças à Deus ela entendeu que eu estava exausta, e ansiando por privacidade. Logo cheguei em casa com passos rápidos. Desejava um banho e um travesseiro apenas. Mas assim que abri a porta e entrei no hall da minha casa, eu ouvi passos na sala. Eu respirei fundo, porque percebi que era o meu pai, e agora eu teria que interagir com ele normalmente, para passar a impressão de que tudo estava "bem". — Oi, pai – eu disse, assim que pisei os meus pés no carpete da sala. Ele estava em pé, no meio do cômodo, com os braços cruzados olhando na minha direção. Parecia que ele estava me esperando — Tudo bem? – eu quis saber. — Me diz

