Depois de muito insistir para que o tal Alan me contasse, pra onde o seu patrão que me levar, acabei me dando por vencida. Ele disse que não sabe de nada ainda, e que só iria saber na hora de me levar, então eu não quis mais insistir no assunto. Eu só não pedi pra voltar pra casa, porque já estava longe demais, e também estava muito curiosa pra saber o por quê do bonito insistir tanto em me ver novamente. Contando com uma ressaca m@l curada, e o cansaço, acabo caindo em um cochilo que durou praticamente o restante do caminho inteiro, pois quando eu acordo, sinto um leve toque em meus ombros, que me desperta totalmente. Abro meus olhos lentamente, e vejo uma mão branca delicada, com unhas perfeitamente pintadas de vinho, com um brilhante rodeado de outras pedras azuis no dedo anelar.

