Sebastian parecia desconfortável com toda a situação, mas ele estava se controlando bem, fingindo a sua expressão como irritada ou impaciente. — Vou deixá-los à sós — disse Cornelius, se retirando — com licença. Então Cornelius saiu do quarto e fechou a porta atrás de si. Em seguida, Sebastian veio devagar até a cadeira ao lado da minha cama e sentou-se, um pouco receoso. Ele parecia abatido, mas sabia que estava fingindo. — Está com medo de mim? — tentei brincar, apesar de estar tensa com a sua presença ali. — Só não quero te causar outro ataque — ele disse com um sorriso desdenhoso — e espero que aqui não tenha nenhum objeto afiado ou que possa se tornar um. — Quebrar a taça acho que foi um exagero — falei um pouco envergonhada. — Não me diga! — ele falou com escárnio — você subiu

