primeira vez

1170 Words
Bianca passou o cartão digital e a porta se abriu. Foi até o frigobar e pegou uma coca. Ofereceu uma bebida a ele, que perguntou se podia pedir serviço de quarto. Preferia uma caipirinha. Enquanto esperava, observou o lugar. Notou que tinha algumas coisas pessoais de Bianca por lá. Seu feeling lhe disse que Bia preparou tudo com detalhes, então não era só pra lhe mostrar a tatuagem. Não sabia se conseguiria se controlar mais, num ambiente tão cheio de privacidade e com ela o atacando daquele jeito. Amava aquela loirinha alegre, mas ainda não tinha conseguido resolver suas coisas. Precisava se controlar, pois depois que a possuísse, não teria mais volta. Estava preocupado com o noivado. Sabia que o pai dela não tiraria férias antes do casamento, e ele já estava muito ansioso. Conseguiu segurar até depois da formatura, mas sabia que depois teria no máximo 6 meses para resolver tudo. Sabia que estava sendo covarde. Não era sua intenção deixar as coisas chegarem tão longe, mas se encantou tanto pelo jeito e alegria de Bianca, que não pode evitar. Conforme o tempo foi passando, agradeceu aos céus pela inocência dela. Embora muitas vezes seu fogo juvenil o fez passar dos limites e iniciar ela nos prazeres da carne, enquanto não consulmasse o fato, podia acalmar sua consciência se dizendo que não lhe fez nenhum m*l. O barulho de uma lata sendo aberta o tirou de seus devaneios. Bianca estava colocando energético num copo com wisk e gelo de côco. Gustavo engoliu seco, mas foi salvo pelo aviso de sua caipirinha. Depois do primeiro gole, Bianca se aproximou e tirou o copo da mão dele: - Vamos trocar um pouco. - Porque você está bebendo, Bianca? - Sabe o que Thales me perguntou ontem? Se tenho certeza que você não é gay. - Aquele menino fica colocando minhocas em sua cabeça. - Não soube o que responder, pois não tenho certeza - Como assim você não tem certeza? O fato de eu respeitar seu momento não quer dizer que não gosto de mulher. Bianca se aproximou dele e o sentou na cama. Sentou no colo dele de frente de pernas abertas e o beijou. Sentiu as coisas acordarem lá embaixo e falou: posso ter opinião formada depois de ver o que você vai fazer com isso. - Isso o que? Bianca o empurrou e ele caiu deitado, ela mandou que ele subisse e se apoiasse no encosto da cama. Sentado assim, ele viu ela começar a dançar sem música em pé na cama com as pernas entreaberta com as dele no meio. Ela fez uma dança muito sensual e ele já nem lembrava mais que não podia passar dos limites. Quando ela tirou a mini saia, ficando apenas de calcinha de renda preta e o top de amarrar na frente sem sutiã, ele viu um pedaço de papel filme saindo da calcinha. Ela colocou a mão onde ele estava olhando e sem mover a calcinha, ela arrancou o papel filme e se virou, dançando e deixando ele com a visão da b***a dela rebolando pra ele. Ela soltou o nó do top, se elogiando por ter virado de costas e ele não poderia ver o quanto estava vermelha. Ela tirou o top, sempre dançando e discretamente passou por dentro da calcinha, pra tirar qualquer mancha de tinta que pudesse ter se soltado no papel filme. Quando se virou pra ele novamente, expondo seus s***s perfeitos, ele se esqueceu tbm que tinha colocado limites. Ela deu uma leve abaixada na calcinha, mostrando um O numa letra delicada finalizado com um coração. Ele não resistiu mais, puxou ela pra baixo, que caiu de lado na cama. - Essa parte deixa comigo. Deitou ela e ficou por cima, tirando a calcinha dela delicadamente enquanto a encarava. - Olhe... Ele desceu os olhos para a i********e dela, e se deparou com uma v***a completamente depilada. E um desenho que ele nunca teria imaginado. Era uma pimenta vermelha, contornada de preto. Posicionada como um chaveiro, a ponta da pimentinha chegando ao fim do risco da v****a dela, e do chaveiro, o nome Gustavo numa letra delicada e com um risco bem fininho. Ela tatuou o nome dele na v***a, p**a que pariu. Quando ele a olhou, ela estava com uma cara bem sapeca, e falou numa voz sensual: - Se ela já é gostosa crua, imagina temperada... - Vou provar... Gustavo colocou a boca nela e começou a chupa-la, evitando se aproximar da tatuagem que deveria estar dolorida. Quando ela gozou na língua dele, ele estava morrendo de t***o, mas feliz por estar se controlando. Já tinha feito ela gozar em sua boca antes, não com toda aquela privacidade e ela totalmente nua. Estava indo bem... Mas Bianca se levantou e o jogou na cama. - Minha vez. Com ele sentado, ela tirou a roupa dele, todo o tempo o encarando. Ela nunca tinha visto de fato o pênis dele. Já tinha tocado e até o masturbado, mas nunca com toda aquela liberdade. Então, com curiosidade, ela o olhou. E achou tão lindo que teve vontade de comer. Colocou a boca nele e e ouviu Gustavo gemer. Instintivamente, percebeu que estava fazendo direito. Foi se aprofundando e gostando de te-lo em sua boca, então quando foi aperfeiçoando a chupada, nem era mais pelos gemidos dele, mas por si mesma. Estava com muito t***o. Tirou ele da boca dela e o beijou. Depois falou com a voz rouca em seu ouvido: - Não quero que me respeite. Quero que me f**a. Gustavo ficou cego. Com todo o cuidado, colocou seu p*u na entrada dela. Estava indeciso de como fazer. Sabia que iria machuca-la, mas não sabia qual era a melhor maneira de fazer. Se aos poucos ou de uma vez. Ela decidiu por ele e levantou o quadril, empurrando ele todo pra dentro numa única estocada. Bianca sentiu como se tivesse sendo rasgada por dentro e agradeceu mentalmente por Gustavo ter ficado parado esperando ela se acostumar. Uma lágrima desceu por seus olhos, mas sabia que foi apenas a dor. Não estava arrependida. Em uma semana estariam noivos e depois casados. Ela tinha 23 anos. Não era mais uma menina. - Você está bem? - Sim. Agora sou uma mulher. Pode, por favor me fazer gozar? Ele deu um sorriso e tirou o p*u de dentro dela. Ela fez um biquinho, apenas para perceber que ele colocou de volta devagar. Ela gostou da sensação e começou a sentir um orgasmo vindo com toda a força, enquanto ele a penetrava delicadamente. Pediu que ele fosse mais rápido e mais forte, e ele disse que se fosse mais rápido ia gozar. E foi a primeira vez que percebeu o quanto ela era safada, quando ela disse: - Então goza caralho Ele aumentou as estocadas e os dois gozaram juntos, numa explosão única. Quando terminou, ele se lembrou que não usou preservativos, enquanto ela apenas pensou que não tinha comparação da língua com um p*u dentro de si.
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