[Capítulo 03]

892 Words
“*” Victoria narrando Depois de termos organizado a padaria, abrimos a mesma e como quase sempre fiquei no caixa, as duas bonitas está nos fundos da padaria junto com a gerente provavelmente estão levando um grande sermão, duvido nada que essas duas foi para farra ontem e passou dos limites, porque nem na faculdade elas apareceram hoje. Alguns minutos se passa e vejo as duas voltando com uma cara não muito boa, espero que as duas não tenham sido demitidas. – Eaí, como foi ? Pergunto para as duas, as mesmas me olham com cara triste e ao mesmo tempo com raiva. – Ai gata pensei que nós duas íamos ser demitidas, sorte que foi a primeira vez que isso aconteceu. Diz a Heula desanimada. – Tó pistola, ela falou umas coisas nada a ver, dessa vez a gerente passou dos limites. Diz a Nayara com seu jeito doido de ser. – Não sei o que ela disse a vocês duas, mas ela teve razão, a gente abriu a padaria e nada de vocês duas chegarem. Digo e as duas me olham com cara de brava. – Não me olhem assim, eu tive que arrumar essa padaria praticamente sozinha, quem tem que está brava sou eu rum. – Ela tem razão Nayara, a Vic nunca nos deixou na mão. Diz a Heula me defendendo a Nayara apenas concorda. – É melhor nós irmos trabalhar, gorinha a furacão está aí. Digo isso e volto a fazer meu trabalho. Hoje foi tudo normal como sempre, a gerente brigando com as duas, os velhos dando em cima delas e de mim hahaha, acho engraçado até. – Senhor deu R$63,60, vai ser dinheiro ou cartão ? Pergunto para o senhor bem vestido, de terno daqueles que você olha e parece valer um rim, então tipo assim, pelo rosto aparenta ter uns 30 anos, até bonito. – Cartão. Diz ele entregando seu cartão black sem limites, hummmm, poderoso ele, mas junto com o cartão tinha um papelzinho então o olho e era um número com o nome Francisco. – Meu número, me liga para conversarmos melhor. Ele dá um sorriso e retribui o sorriso, passo o cartão dele e então ele vai embora e jogo seu número no lixo. – Amiga, porque jogou fora um gato daquele. Ela vem a Nayara com suas brincadeiras inúteis. – Não tenho tempo para isso. Respondo. – Ai amiga você é um saco, deixa de ser careta você só tem 20 anos mas parece que tem mais. Diz a Nayara com a cara de tédio. – Tenho 20 anos mas tenho muitas responsabilidades, acha que é fácil cuidar de uma garota de 17 anos e ainda tem faculdade, trabalho e casa, não é fácil e não quero perder meu tempo como da última vez. Respondo a mesma e volto a fazer meus afazeres. – Eu sei que seu ex foi um babaca mas isso não significa que todos são assim e você está se esforçando demais. Diz a Nayara que me deixa de mão e volta a trabalhar. Já é 22:00 horas da noite, já tínhamos arrumado e limpado a padaria, estávamos fechando as grandes janelas e as portas. Depois de trancar tudo nos despedimos uma das outras e seguimos nosso caminho, Nayara e Heula mora juntas as mesmas estava de carro, então elas me deixam em casa. – Vê se as duas vão para faculdade amanhã. Digo para as duas e saio do carro. – Pode deixar chefe, bye baby. Fala a Nayara saindo com o carro, essas duas não tem jeito, entro em casa e vejo minha irmã sentada no sofá assistindo, ela me olha depois volta a assistir. – Boa noite mana. Fala Dhulia – Já comeu Dhulia ? Pergunto. – Sim, fiz macarrão para comer. Respondeu Dhulia – Desculpa por chegar tarde, hoje estava lotado. Falo indo para meu quarto. – Sem problemas mana. Diz Dhulia. – Foi para escola senhorita Dhulia. Grito do quarto. – Hoje eu fui, tenho até uma lição de casa, você me ajuda? Pergunta Dhulia entrando em meu quarto. – Ajudo, só deixa eu tomar um banho, é de qual matéria ? Pergunto. – Matemática, biologia e química. Respondeu Dhulia. – Ok, vai pegar seus materiais que vou banhar. Retiro todas minhas roupas e vou para o banheiro. Tomo um banho relaxante, depois de alguns minutos saio, visto um baby doll e vou para sala. Vejo a Dhulia sentada no tapete da sala com o caderno em cima da mesinha central, me sento do seu lado e começo a ajudá-la. Já era 00:00 decidimos deixar o restante para amanhã, guardamos as coisas e fomos dormir, amanhã começa a luta novamente, percebe que minha vida realmente anda um tédio como a Nayara sempre diz, odeio rotina e é o que estou vivendo agora, mas o medo de me entregar para algo como relacionamento fala maior, não quero ter que me trancar no quarto novamente, fazer algo de errado e acabar voltando para casa dos meus pais, eles são irritantes, não deixa fazer o que eu quero, amam mais a Dhulia, mas não a odeio por sempre ter mais atenção, pelo contrário daria minha vida e abriria mão de tudo por ela. Deixou meus pensamentos vagos de lado, desligo a luz do quarto, me deito na cama e pego no sono rapidamente.
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