Adrian avançou como um predador, os olhos fixos em Celine, o corpo dela encostado na porta como se pudesse se fundir à madeira e escapar. Ele a agarrou pelo pulso, os dedos fortes como algemas vivas, e a arrastou para o centro do quarto. O ar estava pesado, o cheiro de couro e metal preenchendo os pulmões dela. Isso é real. Meu Deus, o que eu fiz? O pensamento piscou na mente de Celine, mas o álcool e o desespero a mantinham ali, imóvel.
“De joelhos”, ele ordenou, a voz baixa e rouca, sem espaço para negociação. Celine hesitou, o corpo tremendo, mas ele a empurrou para baixo. Os joelhos dela bateram no tapete grosso, o impacto reverberando nas ossos. Adrian se inclinou, pegando as algemas de couro da cama. O metal tilintou, frio contra a pele quente do pulso dela. Ele as prendeu, apertando o suficiente para morder, mas não cortar. Os braços dela foram erguidos acima da cabeça, fixados a uma corrente pendurada no teto. Ela se esticou, os músculos protestando, o corpo exposto como uma oferta involuntária. Não. Eu não posso… mas o dinheiro. A mãe. O pânico subia, mas ela mordeu o lábio, forçando-se a ficar quieta.
Adrian circulou ao redor dela, lento, como um lobo avaliando a presa. Seus olhos devoravam cada curva – a blusa fina colada ao suor, a saia amassada subindo pelas coxas. Ele pegou o chicote da prateleira, o couro trançado flexível em sua mão. “Você pediu isso”, murmurou, mais para si mesmo. O primeiro golpe veio leve, um estalo no ar antes de roçar a lateral da coxa dela. Celine arqueou as costas, um gemido escapando. Dor aguda, como fogo, mas misturada a um formigamento inesperado. Por quê? Por que isso?
Ele aumentou o ritmo. O chicote dançava, acertando as nádegas através da saia, depois a parte interna das coxas. Cada impacto era preciso – não para quebrar, mas para marcar, para acordar os nervos. A pele dela corava, vermelha sob o tecido fino. Celine ofegava, lágrimas escorrendo pelo rosto. “Para… por favor”, sussurrou, mas o corpo traía, os m*****s endurecendo contra a blusa, um calor traidor se espalhando entre as pernas. Adrian parou, o chicote pendendo ao lado do corpo. Ele se aproximou, a mão livre subindo pela perna dela, os dedos roçando a umidade que se formava. “Você gosta. Admita.”
Ela balançou a cabeça, mas o toque dele era insistente, circulando o c******s através da calcinha. Dedos ágeis, experientes, pressionando em círculos lentos. Celine mordeu o lábio com força, um gemido baixo escapando. Não… sim… o que está acontecendo comigo? O prazer crescia, ondas quentes combatendo a dor residual. Adrian rasgou a blusa dela com um puxão, expondo os s***s. A boca dele desceu, chupando um mamilo com força, os dentes roçando o suficiente para doer e excitar. Ela se contorceu nas algemas, o metal rangendo.
Ele a soltou da corrente, mas só para jogá-la na cama. As algemas foram presas aos postes, os braços abertos, as pernas forçadas a se separarem por cordas de seda vermelha amarradas aos tornozelos. Celine estava nua agora, a saia e a calcinha arrancadas como cascas vazias. Adrian se despiu devagar, o p*u ereto, grosso e latejante, apontando para ela. É grande demais. Vai doer. O medo a invadiu de novo, mas ele se posicionou entre as pernas dela, os dedos voltando ao c******s, estimulando com toques firmes, circulares, até que ela estivesse molhada, o corpo arqueando involuntariamente.
“Relaxe”, ele grunhiu, guiando a ponta para dentro dela. A penetração veio devagar no início, mas a dor explodiu – uma queimação aguda, como se a rasgassem ao meio. Celine gritou, as unhas cravando nas palmas, lágrimas borrando a visão. Primeira vez. Por que doeu tanto? Adrian parou, enterrado só pela metade, os olhos escuros fixos nos dela. “Respire. Vai passar.” Ele não era gentil, mas prático – os dedos continuaram no c******s, acelerando o ritmo, o polegar pressionando o ponto sensível enquanto ele empurrava mais fundo, centímetro por centímetro. A dor persistia, uma pressão lancinante, mas o prazer se infiltrava, o corpo dela se ajustando, os músculos internos apertando ao redor dele.