Caio Houston Converso com porteiro para liberar a minha entrada, hoje ele não queria autorizar, com certeza ficou assustado pelo meu estado, mas após eu explicar tudo que aconteceu nos mínimos detalhes ele entendeu a minha situação e me deixou subir. Inclusive deu risada da minha cara, falou que eu preciso apreender defesa pessoal porque ninguém nasceu para ser agredido desse jeito. Cheguei praticamente correndo em frente ao apartamento da Suzana, parece que corri uma maratona, mas acredito que seja o cansaço mesmo, ainda sinto um pouco de dor no meu corpo, mas valeu apena porque estou aqui agora diante do apartamento dela, toco a campainha e espero Suzana atender a porta, porém leva um pouco mais de tempo do que eu gostaria, mas quando a porta é aberta, a prenso rapidamente na parede,

