— Vou levar o meu cãozinho para passear. — Cuidarei dele. — Não será necessário. Forçando o riso, Lívia recuou e fechou a porta na cara do segurança. Na sala de estar, ela olhou para o alto da escada, seu coração ainda estava agitado. A ousadia de Enrico a assustava. Ela perambulou pela sala, esperando que ele surgisse com a pistola a qualquer momento. Sentou-se no sofá com Bob no colo, não tinha para onde fugir. Virou a cabeça e olhou os degraus, ainda não havia nenhum sinal do mafioso. — Será que bati tão forte que ele desmaiou? — perguntou ao cão. — Ele é duro na queda, deve estar fingindo. Está fazendo corpo mole só para que eu cuide dele. Agachando-se, ela deixou Bob no chão. Ainda estava tentando entender de onde encontrou forças para se livrar de Enrico. Lívia virou a cabeça qu

