Enrico se esgueirou até a porta, destrancou e girou a maçaneta bem devagar. Seguiu pelo corredor sem fazer barulho e entrou no quarto em que passou a manhã com Lívia. Atento aos passos, esperou até que um homem de estatura mediana chegasse perto da porta. Tapou a boca do gângster rival e quebrou-lhe o pescoço com um único movimento. Assim que tirou o corpo do caminho, pegou o bisturi e os objetos cortantes da bandeja prata. Ouvia os gritos dos rivais chamando pelo comparsa morto. Enrico esperou por dois segundos após se esconder ao lado dos armários de remédios e atacou. Cravou o bisturi na jugular, antes que o homem gritasse. O mafioso sorria enquanto o homem se engasgava com o próprio sangue. Depois de tirá-lo do caminho, Enrico se escondeu atrás da porta. O clarão da lanterna ilum

