Chegamos ao hospital e vamos direto para a UTI, o médico está esperançoso com a evolução do meu pai. É uma ponta de esperança em um turbilhão de coisas ruins. Ele ainda está inconsciente, mas eu sinto que ele está aqui em uma batalha grande pela vida e me sinto orgulhosa em ter alguém tão forte como ele no meu caminho. Enquanto ele luta pela vida em um hospital, eu luto pela vida naquele colégio e meu coração se enche de esperanças de conseguirmos com êxito vencer nossas batalhas internas e externas. Saio da UTI e o Theo, que está sentado em uma das cadeiras, me esperando, fala, um pouco tímido: — Não sei se você vai gostar da ideia, mas está na hora do almoço e se você quiser, antes de voltar para a escola, podemos almoçar em algum lugar juntos. Eu quero estar ao lado dele em qualque

