CAPÍTULO 17 Islanne Lima Acordei e estranhei ter uma mão na minha cintura, quase na minha b***a e um corpo quente e masculino encostado no meu. Contei até dez, depois foi para o vinte e não tive coragem de me virar ou levantar. Tentei olhar de soslaio e me assustei com a voz do Louis logo cedo no meu ouvido. — Bom dia... — passou a sua mão no meu quadril e desceu mais para a b***a, me apertando e senti o meu corpo como se descesse numa montanha-russa de novo. — Eu não sabia que era tão safado! — falei. — E, não sou... se você me pedir serei um santo, não te toco, mas como disse que seria a minha mulher, saiba que não tenho sangue de barata, e me lembro muito bem de cada curva do seu corpo! — subiu a mão pelas minhas costas, por baixo da parte de cima do pijama. — Eu não entendo mui

