Viktor A ordem já estava dada: qualquer um que ousasse cruzar minha porta naquela noite teria o destino selado. Nada, absolutamente nada, interromperia o que eu queria — e tudo o que eu queria era Ana. Quando comecei a despi-la ainda na sala, deslizando lentamente as mãos pela sua cintura, seus olhos encontraram os meus, cheios de expectativa e desejo. Ela estava entregue, rendida, apenas de lingerie, e eu sorri de canto, sentindo meu sangue ferver. Subimos as escadas, e cada passo parecia incendiar ainda mais o clima entre nós. Eu a puxei para mim, beijei sua boca com voracidade, mordendo levemente seus lábios até ouvir o primeiro suspiro, uma mistura de surpresa e excitação. Quando finalmente entramos no quarto, Ana tentou falar, mas não dei chance. A empurrei gentilmente sobre a cama

