Ana Quando eu vi a Victoria batendo na mulher que tinha jogado bebida em mim, eu comecei a rir. Eu não deveria, mas eu ri. Foi errado, foi exagerado, foi violento… mas foi satisfatório. Aquela mulher tinha feito de propósito e todo mundo sabia. E, no fundo, ver ela sendo colocada no lugar dela me deu uma sensação estranha de justiça. Deu para perceber que o Viktor não gostou nada daquilo. Ele estava com a cara fechada, claramente irritado. Acho que ele não queria confusão no evento dele. Engraçado, né? O todo poderoso don da máfia russa, temido, respeitado, capaz de mandar matar meio mundo… e não serviu nem para defender a mãe do próprio filho. Eu fiquei pensando: para que serve ser mafioso se não protege quem está do seu lado? Foi ali que eu tive certeza de uma coisa. Nós não daríamos

