Eu estava sentada diante do Doutor Tommaso Esposito, ligada ao detector de mentiras, enquanto ele segurava uma folha de papel em suas mãos. Seu olhar sério e focado em mim deixava claro que aquela seria uma sessão intensa de questionamentos. "É verdade que você se chama Catarina Piromalli?", começou ele, sua voz calma preenchendo o silêncio da sala. Olhei diretamente nos olhos do doutor e respondi sem hesitação. "Sim, é verdade." Ele assentiu brevemente antes de fazer sua próxima pergunta. "É verdade que você foi criada desde seus quatro anos de idade por Don Salvatore Mancuso?", indagou, seus olhos analisando cada reação minha. Novamente, respondi com sinceridade. "Sim, é verdade." O doutor continuou com suas perguntas, uma após a outra, e eu respondi a cada uma delas com a mesma

