O ar estava impregnado com o cheiro de sangue e pólvora, uma mistura nauseante que pairava no ar enquanto eu permanecia parada no meio da loja, o vestido de noiva de cetim agora manchado com o sangue dos que caíram ao meu redor. Homens, alguns dos meus aliados e outros inimigos, jaziam imóveis, suas vidas ceifadas pela violência da emboscada. O caos ao meu redor era palpável, as pessoas se movendo freneticamente, gritos ecoando pelo espaço aberto da loja. Eu estava atordoada, tentando processar o que acabara de acontecer, meu corpo ainda tremendo com a adrenalina da batalha que acabara de ser travada. Um policial se aproximou de mim, seu rosto preocupado refletindo a gravidade da situação. Sua voz parecia distante quando ele perguntou se eu estava bem, se estava machucada. Eu o encarei,

