Na penumbra da sala de jantar, observei Michele saboreando seu jantar em silêncio, enquanto a inquietação crescia dentro de mim como uma chama que ameaçava consumir todo o ar ao redor. A necessidade de clareza, de entendimento, pulsava em minhas veias, clamando por uma resposta que ele ainda não me havia dado. "Michele", chamei suavemente, desviando meus olhos do prato de comida para fixá-los nele. "Você não respondeu à minha pergunta." Ele ergueu o olhar para mim, um brilho de curiosidade iluminando seus olhos escuros. Naquela atmosfera silenciosa da sala de jantar, observei Michele "Qual pergunta?", ele perguntou, sua expressão carregada de curiosidade. "Eu perguntei sobre eu não poder escolher quem vai me ajudar com os preparativos", esclareci, minha determinação ainda forte apesa

