O telefone de Ruan tocou às quatro horas da madrugada do domingo. Ele dormia pesadamente e não escutou. Não tinha nome no visor e eu não atendi. Dez minutos depois tocou de novo. Poderia ser algo importante, porque se não fosse não estariam ligando a uma hora daquela. Sacudi o braço dele. - Ruan, seu telefone está tocando. Ele se mexeu, mas não abriu os olhos. - Hum... - Seu telefone não para de tocar. Ele atendeu e colocou o telefone no ouvido ainda de olhos fechados. - Alô.... Não consegui ouvir o que falavam do outro lado da linha, mas em questão de segundos Ruan estava totalmente desperto e sentado na cama. - Ah! O que? Você pode repetir por favor? Ele pulou da cama e abriu o armario procurando uma roupa. Levantei assustada. - O que foi? O que aconteceu? Ele jogou o te

