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777 Words

Quarenta minutos após o elevador do hospital sofrer uma pane comigo e com o doutor Vicent dentro. Devo gritar? Hum, melhor não, vou poupar energia. Bem, eu sou um pouco claustrofóbica e logo senti minhas pernas formigarem e o suor frio na testa precedendo um provável ataque de pânico. O falatório do doutor Vicent não ajudava em nada. “Eu tenho compromisso, eu tenho trabalho, eu tenho fulano pra ver, eu tenho ciclano pra sei lá o que. Eu pipipi eu pópópó” Eu esqueci de imitá-lo apenas mentalmente, e acabei fazendo careta, projetando os lábios. “Liliana, está me imitando?”” Ele parou me olhando de maneira seca. “Eu? Eu… Não, claro que nao. Estou apenas fazendo uma prece para a nossa senhora dos transportes verticais”. “Essa santa não existe” “Hum, deve ser a padroeira dos caminhone

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