- Não é uma ameaça, muito menos uma alerta. A sua cabeça estará rolando em breve, sendo entretenimento dos predadores e o seu corpo das serpentes. - ele diz e os pêlos de meu cabelo no pescoço se arrepiam. - Felizmente não tem uma só pessoa que não queira ver você morta, na verdade todos os reinos querem a sua cabeça. - ele diz e eu tiro a bruscamente a sua mão para longe da minha pele. Atordoada. Elevo o meu rosto ouvindo passos que de longe me são reconhecíveis e vejo o meu pai caminhando na minha direção, noto o cafajeste do Samuel se distanciar passos atrás de mim. - Meu pai. - o saúdo sob o seu olhar atento em meu rosto que ia também na direção do idiondo que se encontrava à poucos passos atrás de mim. O seu olhar é deveras intimidador para o Samuel que sequer eu o consigo encarar

