Cecilia Levantei cedo, com o céu do lado de fora ainda tingido de suaves tons de cinza-azulado. Amara continuava dormindo, a respiração lenta e suave sob os lençóis. Meu estômago roncava — agudo e insistente. Eu não tinha comido desde aquela única mordida de bolo no iate. Às três da manhã, estava completamente acordada, a fome me corroendo como uma fera inquieta. Após uma refeição tranquila no quase vazio restaurante do hotel, me peguei vagando. Os terrenos do hotel se abriam em um extenso jardim tropical, selvagem e cuidadosamente cultivado ao mesmo tempo. Folhas de palmeira balançavam lá no alto, lançando sombras móveis sobre o caminho de pedra coberto de musgo. O ar estava impregnado do cheiro de terra úmida, folhas verdes e algo mais doce — como jasmim após a chu

