Cecilia O segundo toque ainda ressoava nos meus ouvidos quando minha mãe atravessou a sala, murmurando: "Deve ser a Peggy." Peggy? Meu estômago fez um pequeno e suspeito giro. Peggy Foster—colega de longa data da minha mãe e nossa vizinha. Uma mulher doce. A porta se abriu, e Peggy entrou com seu sorriso caloroso, mas não foi a presença dela que fez meu coração dar um salto. Foi a figura alta atrás dela. Simon Foster. Alto, magro, vestido impecavelmente com uma camisa social branca, com as mangas casualmente dobradas, revelando antebraços bronzeados. Óculos de armação de metal emolduravam olhos inteligentes que transmitiam gentileza e intensidade. Ele parecia ter saído direto de um filme indie sobre acadêmicos introspectivos—mais maduro do que eu lembrava, c

