No dia seguinte, exatamente no horário combinado, Gabriel estava em frente ao prédio de Luciana, esperando por ela. Ele se sentia ridículo por ser impaciente e, ao mesmo tempo, a sua mente era pressionada por aquela voz interna que lhe sussurrava diariamente que ele estava perdendo o controle das suas ações. Mas ele preferiu ignorar qualquer pensamento que fosse contra o seu desejo de ter um pouco mais da mulher que o estava deixando viciado nela. Ele sabia que precisava ir mais devagar, desejá-la e precisar dela tanto, precisava acabar. Porque nos seus planos não havia a mais remota possibilidade de se prender a apenas uma mulher. No entanto, se ele tivesse que acabar com tudo, não seria agora, não quando o que ela carregava entre as pernas exigia que ele não fizesse isso até que ele esti

