Gabriel vestiu apressadamente o casaco, pegou o celular e as chaves do carro e, sem demora, correu para a saída, abriu a porta e, no momento em que os seus pés deram mais um passo à frente, ele bateu a cabeça na mão do garoto que estava prestes a tocar a campainha. — Mas que po*rra é essa? Você vai furar o meu olho ou que dia*bos? Ele reclamou enquanto esfregava o rosto, queimado pelo choque. Jeronimo soltou uma gargalhada alta pelo estrago causado. Ele não deu a mínima para a inoportunidade da sua visita, chegando no momento em que Gabriel estava prestes a sair para seu serviço de vigilância. — Não sou cartomante para saber que você vinha se chocar contra o meu punho. Ele respondeu com um sorriso irônico, abraçando o irmão mais velho, demonstrando com aquele gesto que sentira a sua fal

