O silêncio que se estendeu entre nós foi absurdamente constrangedor. Ele desceu os olhos, viu que eu ainda ajustava o vestido nas coxas e depois subiu a visão para parar no meu cabelo bagunçado. Onde eu enfiava a minha cara? — Então você pode t*****r, é…? — ele suspirou, olhou para o lado e se manteve pensativo — A enfermeira mandou chamar. Eu aproveitei a brecha, não sabia nem mesmo o que dizer ao homem e dei um passo adiante, disposta a encontrar meus sapatos e subir. Ele não me deixou passar, me segurou pelo braço, me fez olhá-lo e permaneceu com o rosto perto demais. — Não foge não, gracinha… — ele tinha raiva nos olhos, cerrou a mandíbula e tinha o aperto da mão forte — E quero socar a cara dele, tanto… Eu quero te f***r, até te fazer esquecer aquela a vida que teve antes, até t

