Ele não tinha nenhuma expressão, mirava para matar, derrubava com facilidade e retrucava sem nenhum pingo de remorso. Um raspão pegou em Sore, o tiro dela saiu torno, ele simplesmente virou para trás, mirou as duas mãos, descarregou o projétil e desbloqueou o cartucho vazio, como quem manuseava o objeto mais simples da vida. Ele recarregou, se jogou para frente, tampou minha visão e distribuiu mais algumas balas. Iron simplesmente não tinha medo do que estava vindo contra ele, como quem não temia a morte. O cerco foi fechando, foi ficando cada vez mais difícil seguir adiante, Sore se juntou a mim na proteção de um tronco grosso, sentou ao meu lado e limpou a orelha sangrando. — Se eu sair viva daqui, sua vaca, eu vou te bater! Eu juro que vou te bater! Eu olhei para ela, mas meu olhar

