Diego Torres
Acordei para mais um dia de trabalho, me levanto e vou para o banheiro, tomo um banho demorado, ainda é de manhã e eu já estou com a cabeça cheia, desde que recebi uma ligação da minha mãe, querendo que eu vá no próximo final de semana para lá, por conta do seu aniversário, quer que todos compareça, quando digo todos são todos mesmo, isso significa que aqueles dois estarão lá, e eu não queria ver eles na minha frente, não sei o que eu seria capaz de fazer, sei que já se passou vários anos depois do ocorrido, mas ainda me dói, me arrumo e vou para a empresa.
(***)
Chegando na empresa, sinto os olhares de todos sobre mim , talvez seja por que eu sou o CEO desta empresa, e pela minha aparência e claro, pego o elevador e vou para área da presidência, vejo que minha secretária, já está aqui, ela está vestida com um vestido preto que mostra todas as sua curvas, ela e uma mulher muito bonita, porém não me relaciono com meus subordinados, ela tem uns cabelos loiros e cumpridos, seus olhos são verdes, e ela é um pouco alta, quando ela percebe que eu estou chegando, ela se vira e pega um dos copos que está sobre sua mesa e me cumprimenta.
- Bom dia, Senhor Torres. - Fala, me estendendo umas das mãos para me dá o copo.
- Bom dia. - Falo pegando o copo de sua mão, e digo - Na minha sala em 5 minutos!. - E logo depois sigo para minha sala.
- Sim senhor. - Ela me responde, se ajeitando para me acompanhar.
(***)
Passando uns 2 minutos ela bate na porta, e eu lhe dou a permissão, eu a olho e vejo que ela gosta da vista da minha sala, mas não ligo e falo.
- O que temos para hoje?. -pergunto ela com a cabeça baixa olhando uns papéis, que estavam na minha mão.
- O Senhor, tem uma reunião com os sócios as 9:30 da manhã, e um almoço com o Senhor Lindenberg Machado, logo depois o senhor só precisará assinar uns documentos.
- Ok, pode se retirar. - Respondo a ela, sem olhar em sua direção.
Assim que ela sai, eu recebo uma ligação, é minha mãe, não atendi de primeira, porém ela ligou novamente e eu tenho que atender por que se não ela ira me liga até eu atender, então para eu não me chatear mais ainda.
Ligação on...
- Alô. - falo, fazendo uma careta.
- Oi meu menino, parece que não está de bom humor. - fala ela, percebendo o meu tom de voz, e eu escuto uns barulhos de risada, na outra linha.
- Mãe, o que a senhora quer?. - falo já impaciente.
- Meu filho, estou ligando para confirmar sua presença, e a de sua namora no meu aniversário, no próximo final de semana, aqui na minha casa.
- Fazer o que né mãe, não posso dizer que eu não vou. - respondo ela.
- A meu filho, tô doida pra conhecer a sua nova namorada, aah tô tão feliz por você. - ela fala de um jeito que eu até posso imaginar sua face.
- Tá mãe, vou ter que desligar agora, estou ocupado. - respondo ela, e logo ela desliga.
Ligação off...
Assim que eu desliguei, fico chateado, por conta do que eu falei, achando que iria melhorar, fiz foi piorar, só ai lembrei do café, peguei ele e o levei até minha boca para saborear a bebida, quando eu comecei a sente um gosto de uma substância que e muito desagradável para mim, eu não gosto de leite, nunca gostei, desde criança, cuspi tudo e dei um grito, olho para o copo e fico irritado quando ouço uma batida na porta e logo ela se abre, vejo a Virgínia entra e começa a me pedir desculpas, porém eu estou muito irritado, para aceitar suas desculpas, com tudo o que está acontecendo, com minha mãe, sobre a mentira que contei a ela, acabo descontando tudo na minha secretária, temos uma discussão, ela por incrível que pareça me responde, como ela se atreve a cometer tal ato, um pouco imprudente da sua parte, considerando que eu posso demiti-la ali mesmo, ela foi bem corajosa, eu não achei r**m, pelo contrário me fez cair na real, vir que estava passando dos limites, e minha reação foi mandar ela sair da sala, ela sair me deixando sozinho, mas com um tempo escuto a porta abri novamente, e aí eu falo.
- Será que você não me ouviu?. - falo me virando para a porta, vendo que não é minha secretária, e sim, meu amigo e sócio Lindenberg.
- Oooh, calma aí amigo, vai com calma, você pode ter um ataque cardíaco. - fala com as mãos levantadas como rendição.
- Pensei ser a Virgínia. - respondo ele, andando em direção a minha cadeira, pergunto. - O que faz aqui ?.
- Vim te chamar, para a reunião com os sócios. - diz ele sentando na cadeira a minha frente, e logo muda o assunto, perguntando. - O que você falou para Virgínia?, porque a coitada tá achando, que hoje é seu último dia aqui na empresa. - fala ele com um semblante risonho.
- Nada, não e da sua conta. - respondo massageando minhas têmporas, falo logo em seguida. - Quer sabe, é que minha mãe me ligou falando que eu tenho que ir para lá no seu aniversário, que já é no próximo final de semana. - falo com um tom de preocupação.
- Caramba, você vai?. - Pergunta um pouco surpreso.
Lindenberg é meu amigo já faz tempo, então ele sabe o porquê eu me afastei da minha família, então por isso a surpresa.
- Ainda piora, para minha mãe não encher mais meu saco, a umas duas ou foi três semanas atrás, falei que eu estava namorando, só que claro, era mentira, só para ela para de fala, só que piorei tudo, agora ela que conhece a minha namorada, não sei o que fazer agora. - falo olhando para ele, que está com um semblante risonho.
- Cara você se meteu em uma enrascada, mas isso não e motivo para você desconta na Virgínia e nem demiti-la, até porque ela não tem culpa. - fala, se ajeitando na cadeira.
- É eu sei, não vou demiti-la, falei porque eu estava irritado e de cabeça cheia, não sei o que eu vou fazer, como vou arruma uma namorada tão em cima da hora, não posso chama as mulheres que eu saio, são umas interesseiras ou pu.tas, entendi, minha situação?. - Falo, olhando em seu olhos.
- Temos que pensa em um jeito, para você não se passa por i****a, na frente da sua família, já basta aqueles dois. - Essa última frase ele fala com um tom de desgosto.
Ele, por ser meu amigo a muito tempo, entende minha situação, minha ex-namorada Nicole é mulher do meu primo Vicente, não era o bastante ter me traído, tinham que se casar.
- Pois bem, vamos para a reunião, e na hora do almoço, conversamos e pensamos num jeito de tira você dessa e com vitória. - fala se levanta da cadeira, indo em direção a porta.
Me levanto, e vou logo atrás dele, passamos por minha secretária, e ele fala com ela, quando eu olho para ela, ela está olhando para mim, vejo que suas bochechas estão rosadas, acho que pode ser pelo ocorrido mais cedo, fecho a cara e a encaro, e ela continua me olhando até eu entra no elevador, a caminho da reunião.
(***)
Quando eu olho para o meu relógio, vejo que já se passaram algumas horas e já estamos quase no horário de almoço, então dou a ordem para acabarmos a reunião, e eu e Lindenberg, marcamos de ir almoçar num restaurante ali perto, e então fomos para o restaurante. Um tempo depois chegamos, nós sentamos em um lugar mais reservado, o garçom logo veio nos atender, pedimos o mesmo e começamos a conversar sobre aquele assunto, enquanto a comida não vem.
- Então, vamos ver o que podemos fazer, com relação a sua situação, assim, tem certeza que não pode chamar nenhuma de suas amiguinhas. - fala com um certo ar de zoação.
- Cara, esse lance e sério, e você está brincando?, como posso levar uma pu.ta para a casa da minha mãe?. - falo, preocupado.
- Ta, tive uma ideia, você pode chama a Virgínia, ela e uma moça de família, e aparenta ser gente boa, que tal ?. - pergunta olhando em meu olhos.
- Você tá doido?, ela e minha secretária, não posso mistura trabalho com o pessoal. - falo incrédulo, com o que acabei de ouvir.
- Pensa bem, ela é uma mulher linda, meiga, tem tudo para ser uma namorada que presta, você chegando nela e pedindo esse favor, ela faria com toda certeza. - fala tentando me convencer.
- Você só pode tá doido, com toda a certeza, ela nunca que iria aceita uma coisas dessa, assim do nada, e não acho que ela seja o meu tipo, sei lá, muito careta, gosto de mulheres safa.das, você entendi o que eu quero dizer?. - falo .
O garçom chega com a nossa comida, e pelo visto tá com uma cara ótima, pegamos o nosso prato, e logo depois o garçom se retira.
- Ela faz o meu tipo, mas cara pensa nessa possibilidade. - fala enquanto leva um copo de vinho a boca.
- Vamos ver, acho que não vai dá, porém vou pensar, quem saiba ela aceite se eu der um dinheiro a ela. - falo enquanto olho para a minha comida.
Terminamos o nosso almoço já era quase 13:00 então resolvemos volta para a empresa, pagamos a conta e fomos em direção ao carro, com um tempo depois já estavamos na empresa, pegamos um elevador, o Lindenberg desceu um anda abaixo do meu, e eu segui sozinho, chegando vejo que Virgínia estava a minha espera, acho que para me entregar os documentos que irei assinar, então passei por ela falei para ir a minha sala, ela veio logo depois de mim, quando estou me sentando vejo o seu olhar sobre mim, fico sem entender esse olhar, mas não ligo, falo com ela perguntando onde está os documentos, a observo, pensando no que o Lindenberg falou, e sim, ela daria uma ótima namorada de mentira, quando ela vai falar alguma coisa, ela para e diz que esqueceu os documentos, sair para pegá-los, acho que iria fala sobre o que aconteceu hoje pela manhã, não continuo por medo de ser demitida. com um tempo ela volta me entregar os documentos e sair, no momento eu estava a observando, com toda a certeza ela seria uma boa, ela sim poderia me salvar. Amanha irei fala com ela sobre o assunto, porém não irei revelar toda a verdade, só vou dizer o que ela precisa saber, por enquanto, passando o tempo vejo que já e hora de ir embora, o Lindenberg já deve está me esperando, como sempre, organizo tudo antes de ir embora, pego minhas coisas e saio da sala, vejo que Lindenberg está conversando com a Virgínia, porém o chamo e digo para ela ir embora, ele se despedir dela, e me segue para o elevador, e em seguida vamos embora, no caminho olho para ele e digo.
- Vou considera ela uma possível namorada de mentira. - digo, o olhando de lado.
- Tá vendo como eu tinha razão, a melhor pessoa indicada para esse papel, você já pensou em como vai fazer para ela aceita?. - fala com um sorriso no rosto.
- Não, tenho que ver o que vou fazer, mas com certeza vou recompensar ela por isso, em uma quantia significativa. - falo, enquanto as portas do elevador se abrem.
saímos do elevador, cada um seguiu o seu rumo, eu fui direto para minha casa.
(***)
Cheguei em casa, fui para o meu quarto, vou para o banheiro estou necessitando de um banho longo e quentinho, assim que acabei meu banho, me visto, vou até a cozinha pego uma maça e começo a comer, fui para o meu quarto deito na minha cama e relaxo... Estou aqui deitado no meu quarto, já está bem tarde, hoje foi um dia bastante cansativo, estou pensando no que o Lindenberg disse, sobre a Virgínia, ela e bonita e tem um ar de boa moça, com toda certeza ela daria certo para o papel de minha namorada, mesmo ela não fazendo o meu tipo, melhor assim não vou querer nada com ela, ela e bonita mais não me atrai nenhum pouco, assim desse jeito não corro o risco de quere- lá em meus braços, e com toda certeza não poderia chamar nenhuma mulher que eu fico, não são mulheres de família, são mulheres para fo.der uma noite e só, nada mais que isso, com tantos pensamentos, esqueci que tenho que ir amanhã com a minha secretária, a um outro estabelecimento, para uma reunião, tenho que ir dormir para acordar cedo amanhã, penso, será que ela vai aceitar?, não sei, mais não custa nada tentar, vou lhe recompensar por esse favor, vou até manda fazer um contrato, para ambos ficarmos seguros e sem preocupações, chegou a hora vou tentar dormir amanhã e um dia e tanto.