O estrondo ressoou pela sala de jantar. Pratos se estilhaçaram, talheres tiniram, taças de vinho explodiram. O bolo foi parar no chão com a parte de cima para baixo, parcialmente coberto pela toalha de mesa, achatado sob seu próprio peso. Alguém gritou—Gwendolyn, acho eu. Uma empregada disse algo, desesperada. Os outros também começaram a gritar. Reginald tomou um garfo voador no ombro. Edouard levou um prato de cerâmica no peito. Cacos de vidro cortaram a mão de Reginald—uma linha vermelha fina corria pelo seu dedo. Ele correu até Edouard e segurou a cadeira dele antes que tombasse. Cadeiras arrastaram-se e os empregados avançaram apressados. Alguém começou a pedir remédio para o coração. Tudo se desmoronou em menos de dez segundos. Até Declan levou uma colher na cara. Só eu fiquei inta

