"Isso é bom," ele disse. Foi o suficiente para aliviar a tensão atrás das minhas costelas. Então, ele estendeu o pulso. "Coloca pra mim?" "Claro." Ele tirou rapidamente o que estava usando e jogou no painel do carro. Peguei a nova pulseira com os dedos e fechei lentamente, ajustando o fecho para que ficasse bem rente à pele dele. A pele dele era clara. A pulseira era preto fosco. O contraste era marcante. Minha mão parou um instante a mais do que o necessário. Ele girou o pulso. O ponteiro dos segundos avançava com um ritmo limpo e preciso. "Eu gostei," ele deu o seu veredicto. "Que bom." Meu estômago roncou, alto o suficiente para nos interromper. Desviei o olhar, meio sem jeito. "Tô com fome. Vamos comer. Conheço um lugar bom de frutos do ma

