Entrei no espaço dela. "Ah, é mesmo? O que foi, vai me ameaçar agora? Vamos lá, Isobel. Estamos em 2025, não no Velho Oeste. Qual é o plano, me dar uma surra? Você acha que sua família preciosa ainda vai limpar sua bagunça? Ainda vai te tirar do enrosco depois de tudo que você fez?" O rosto dela ficou vermelho, respirava de forma irregular, como se estivesse a segundos de explodir uma veia. "Não fale comigo desse jeito!" ela sibilou, a voz elevada chamando atenção. Ela olhou ao redor, de repente consciente de si mesma, e abaixou o tom. "Certo. Quanto você quer?" "Eu já disse, não quero dinheiro. Quero que você vá à polícia e confesse. Assuma o que fez." "Isso não vai acontecer." "Então acabamos aqui." Virei e fui embora. Não era como se eu pudesse simplesmente con

