Ponto de Vista: Pietra A manhã que se seguiu à celebração da comunidade trouxe um ar de renovação. O sol despontava entre as nuvens, banhando o topo do morro com tons dourados e suaves. Na varanda do quarto, senti a brisa mansa acariciar a minha pele enquanto observava a rotina da comunidade lá embaixo. O silêncio que antes carregava a tensão da incerteza agora transmitia uma serenidade conquistada a duro preço. Greco apareceu na varanda, trajando uma calça moletom escura, o peito nu marcado pelas marcas do passado. Ele envolveu a minha cintura por trás, apoiando o queixo no meu ombro com a força acolhedora que se tornara o meu abrigo. — A comunidade tá acordando em paz, rainha — murmurou ele, a sua voz grave e rouca do sono ecoando junto ao meu ouvido. — Uma paz que nós construímo

