Ponto de Vista: Greco O silêncio que se seguiu ao fim do combate na sala de controle era pesado, denso e carregado de uma promessa de sangria. Olhei para o corpo do invasor abatido aos pés de Pietra, depois para o semblante intacto, ereto e altivo da mulher que eu escolhera para estar ao meu lado. Ela não tremia. Seus dedos ainda apertavam o cano de ferro com firmeza, os olhos brilhando com uma coragem que envergonharia metade dos homens que carregam fuzil sob meu comando. — Breno! — chamei, a voz ecoando pelas paredes perfuradas de concreto. meu braço direito apareceu na porta arrombada, o colete manchado de poeira e fuligem, segurando a tipoia com uma das mãos enquanto apontava a arma com a outra. — Fala, chefe. A casa tá limpa. Os outros dois do grupo de elite rodaram no corredo

