Acordo bem mais tarde que de costume. Quando abro os olhos, o sol já está alto no céu, iluminando todo o quarto através das janelas de vidros. Deitada ao meu lado, Gabriela dorme com as costas coladas no meu peito e as nádegas macias contra a minha virilha, e os cabelos ondulados próximo ao meu rosto, exala um perfume suave. Ergo o corpo sobre o braço e observo seu rosto adormecido. Desço o olhar pelo seu corpo nu, e lembro como ela gemia meu nome entre os dentes, na noite anterior, meu amigo já estava dando sinal de vida. Gabriela se remexe e vira-se abrindo os olhos. — Bom dia Gabriela! — Falei lhe dando um sorriso. Ela segura o lençol, se cobre e fica em silêncio. — Há algo de errado? — Perguntei. Gabriela continuou em silêncio, com o olhar perdido. — Está arrependida? — Perguntei

