Aqueles lindos olhos azuis se fecham no momento em que passo meu polegar por seus lábios. Seu peito sobe e desce, mostrando que ela deseja isso tanto quanto eu. Me inclino um pouco mais, esperei muito por esse momento, m*l posso acreditar que à encontrei.... Uma música irritante toca e abro meus olhos. —p***a! Passo as mãos por meu cabelo. Estava tão real que nem acredito que era um sonho. Olho para o lado e pego o celular, que ainda toca. —Alô? Pergunto irritado, sem nem olhar no visor. —Filho, você não vem almoçar? Minha mãe pergunta. —Oi mãe vou sim, acho que dormi demais. Falo enquanto me sento. —Tudo bem, George também acordou agora à pouco. —Tudo bem, já chego aí. Digo me levantando. —Vem com Deus, meu filho. Ouço ela falar e desligo. Já são mais de onze da

