Franciele Narrando Entrei no barraco com Luiza no colo, sentindo meu coração ainda acelerado. Eu tava irritada, confusa e, acima de tudo, cansada. Coloquei minha filha no chão e sorri pra ela. — Vamos comer alguma coisa, meu amor? Ela assentiu animada, e eu fui direto pra cozinha preparar algo rápido. Enquanto cortava um pão, minha mente ainda tava no que tinha acontecido no shopping. Eu sabia que Alexandro tava certo em não confiar no Carlos, mas isso não significava que eu queria que ele aparecesse lá, todo cheio de marra, provocando ainda mais tensão. Suspirei, terminando de arrumar o lanche da Luiza. Ela sentou à mesa e começou a comer, distraída. Eu, por outro lado, não conseguia nem pensar em comida. Minha cabeça tava a mil. Fui até a sala e me joguei no sofá, passando as mãos

