Bastian me observou atentamente, a sua voz chegou aos meus ouvidos tão claramente, a maneira como ele me chamava... Eu odiava que me chamassem de Ari. Eu nunca gostei quando essa palavra era usada para se referir a mim e aquele estranho pronunciava de uma forma que soava tão avassaladora. Quando recuperei a sanidade, eu agarrei o dedo de Arman. — Você pode parar de me tocar. Ela indicou, dando um passo para trás e desviando o olhar. — Você costuma ficar assim? Ele questionou, fazendo com que eu olhasse estranho novamente. — Como? — Corada… Ele mencionou. E eu rapidamente levei as mãos ao rosto, tocando as minhas bochechas. Bastian deu um passo em direção à mesa dele e eu pude sentir a sua presença dominante ao meu redor. — Não estou corando. Eu disse tão baixo, que provavelmente só

